Deep below,
Each word gets lost in the echo

Domingo, 30 de Dezembro de 2018

Palavras Soltas | A new Year's Kiss

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Resolução de ano novo: não esperar coisa alguma de alguém. Apenas deixar acontecer. Assim Ellen pensara quando os ponteiros do relógio se cruzaram à meia-noite no dia anterior. No entanto, quando se sentou à secretária dois dias depois, para mais um dia de trabalho, aquela mesma resolução quis parecer-lhe um tanto descabida e descontextualizada. Ela não era assim. Descontraída não era definitivamente o seu nome do meio. Ellen esperava sempre algo em alguém, ainda que esse algo aos olhos de muitos fosse insignificante.

Naquele ano, Ellen não queria nada em particular. Amar. Sim, amar parecera-lhe definitivamente algo interessante. E contudo, agora não se sentia suficiente motivada para exercer tal tarefa. Não esperava isso de ninguém. Não esperava que essa pessoa aparecesse na sua frente como um super-herói saído das sombras de um qualquer conto de fadas, porém, desejava saber como seria se pudesse sentir que alguém a queria daquele jeito, ainda que isso soasse estupidamente estranho na sua cabeça.

Com um suspiro cansado, Ellen sacudiu os cabelos compridos, cheios de curvas delicadas achocolatadas gentilmente e apoiou o rosto sobre umas das mãos, pensativa. Com um sorriso destroçado, concluiu que jamais se sentiria atrevida o suficiente para levar a cabo aquela missão. Desafortunadamente, aquela seria uma das suas muitas resoluções que ficaria pelo caminho.

Então, os seus olhos desviaram-se levianamente, indo ao encontro do homem que acabara de entrar, mesmo sem ela perceber como foi que eles haviam detectado a sua presença quando a sua mente estava literalmente ausente. Ele percorreu o corredor tranquilamente com um ar francamente cansado, enquanto ela o seguia descaradamente com os olhos. Sentindo-se observado, ele parou por instantes e no silêncio daquela manhã os seus olhos encontraram os dela, deixando-a verdadeiramente desconcertada. Raphael murmurou desconsolada.

Não era como se aquela fosse a primeira vez que se olhavam; mas certamente daquela vez sentira que havia ali algo de diferente. Sentira que ele a perscrutava em detalhe, com um interesse peculiar que nunca antes lhe vira, como se a despisse sem no entanto, a tocar. Por algum motivo, sentia-se estranhamente entusiasmada como se tivesse verdadeiramente acabado de reparar nele e em todo um conjunto de emoções desconcertantes que a sua presença despoletava em si. Raphael deu um passo na sua direcção e parou instintivamente como se testasse a sua reacção à proximidade de ambos. E naquele instante, o coração dela falhou uma batida e acelerou logo depois freneticamente, deixando-a à beira de um colapso emocional.

O que é que me está a acontecer? Perguntava-se, verdadeiramente perturbada. Ellen baixou o olhar para as mãos inquietas por instantes, enquanto travava aquela batalha tão pessoal. Quando levantou o rosto, os seus olhos encontraram os dele novamente. Ainda estás aí? Deixou escapar num murmúrio que só ela ouviu.

Raphael trocou o peso do corpo de um pé para o outro, levando as mãos aos bolsos descontraidamente enquanto a observava. Ellen sentia que estava metida em sarilhos se ele não saísse dali imediatamente. E naquele instante, parecera que as suas preces tinham acabado de ser ouvidas. O som de um par de passos pesados no chão, alertaram-nos para a chegada de mais alguém. Ellen engoliu em seco e antes mesmo de ter tempo de desviar os olhos dele, viu o vislumbre de um sorriso petulante e divertido no seu rosto como se tivesse acabado de perceber o efeito que a sua presença por si só despoletava nela.

- Bom dia.

Ellen olhava distraidamente na mesma direcção de onde o vira desaparecer, como se tudo o resto não existisse ao se redor. Por isso, fora indelicada e não respondera.

- Ellen?

- Hum…? – Murmurou pensativa, olhando de imediato para a pessoa que procurava a sua atenção.

- Está tudo bem?

- S- Sim. – Respondeu num gaguejo infeliz. – Desculpa, não te ouvi chegar. Bom dia Theresa.

Theresa riu, pousando a mala num canto da secretária enquanto balançava a cabeça num gesto de falsa desaprovação.

- A tensão na sala sente-se lá da porta querida. Só para que conste. – Deixou escapar, olhando para Ellen calorosamente.

- Não sei do que falas. – Protestou de imediato, focando a sua atenção no monitor em frente. Ou pelo menos tentara.

- Claro que não, já me tinha esquecido da ingénua que és. – Respondeu num tom trocista.

Ellen retesou-se inquieta. Não valia a pena esforçar-se tanto para esconder algo que qualquer pessoa que tivesse entrado naquele momento perceberia. Theresa aproximou-se num passo quase dançante e sentou o rabo na secretária de Ellen com um sorriso divertido e uma expressão curiosa.

- O que é que ele queria?

- Nada. – Ellen respondeu prontamente. Theresa franziu o cenho. – É verdade. Ele nem abriu a boca. Além de que, o que poderia alguém como ele querer de alguém como eu?

A expressão de Theresa acentuou-se ao ouvir tamanho despautério. Aquela era Ellen no seu pior quisera parecer-lhe e perguntava-se quando é que ela iria parar de se depreciar daquela forma e ver verdadeiramente a pessoa fantástica que era.

Fora a sua personalidade quieta e passiva, Ellen era uma das pessoas mais honesta, verdadeira, querida e resoluta que conhecia ali dentro. No último ano, presenciara com imenso orgulho as suas várias conquistas que a haviam tornado numa pessoa ainda mais bonita. Por isso, sentia-se inapta em compreender aquela perspectiva desagradável que ela tinha de si mesma.

- Só não te bato aqui, agora porque estamos no nosso local de trabalho. – Rosnou-lhe desagradada. Ellen riu. – Posso fazer-te uma pergunta?

- Diz.

- Não queres mais do que isto? – Perguntou com sinceridade.

- Isto o quê?

- Ó vá lá Ellen. – Protestou com impaciência. – Sabes bem ao que me refiro. Ficas satisfeita com uma simples troca de olhares?

Ellen engoliu em seco e tossiu nada indiferente ao tópico. Até aquele dia em particular nunca dera demasiada importância a Raphael, à sua presença e aquilo que eventualmente, ele representava para si. Até então, Raphael era apenas um dos três homens cuja presença viril e imponente a fazia suspirar e sorrir diariamente quando se cruzavam. Até então, não passara disso mesmo e ela não sonhava com mais.

Porém, naquela manhã algo havia mudado e havia aquela parte de si que lhe atribuía agora uma importância tal que nem ela mesma compreendia. Talvez a reciprocidade dos gestos a fizesse perceber a sua existência de um outro jeito. Não sabia.

- O que é que sugeres? Que o agarre pela gola do casaco e o arraste até uma sala para sei lá bem o quê? – Perguntou indignada, deixando Theresa encabulada por instantes com o seu discurso directo e pouco cuidado.

Theresa estendeu uma das mãos até à testa da amiga e no final deixou escapar uma gargalhada sonora de puro divertimento.

- Febre não tens. – Disse agarrada à barriga, ainda a rir. – Nem acredito que te ouvi dizer algo tão-

- Impróprio?

- Não querida. Não foi isso que quis dizer. Só que não costumas dar demasiada atenção ao detalhe.

- Fui demasiado descritiva. – Concluiu, sentindo um calor anormal subir-lhe ao rosto.

- Sim; mas foi interessante. Se colocares em prática, a menos que gostes demasiado da adrenalina, fá-lo fora daqui.

E com aquela deixa Theresa regressou ao seu posto de trabalho, deixando Ellen de olhos esbugalhados e com uma resposta muda na ponta da língua. Ter-lhe-ia respondido à letra se entretanto, não começassem a chover pessoas de todos os lados.

Porém, atrás uns dos outros, os colegas começaram a chegar e num piscar de olhos o departamento ficou composto e a azáfama diária fazia-se sentir novamente. A manhã passou a correr sem que ela percebesse e quando deu por si, estava na hora da pausa para o almoço. Theresa já estava de pé e à sua espera quando agarrou na mala para a acompanhar. Ao chegar ao corredor, os seus olhos encontram Raphael que caminhava em grupo naquela direcção.

- Theresa, vamos? – Disse, agarrando-a por um braço.

Theresa arqueou uma sobrancelha e olhou por cima do ombro, tentando perceber o porquê de toda aquela agitação.

- Porquê a pressa assim de repente?

- Qual pressa? Uma pessoa já não pode ter fome?

- Sei.

Theresa seguiu-a de perto com um sorriso no rosto e olhando uma última vez por cima do ombro viu que Raphael as seguia com o olhar. Naquele instante, algures no seu rosto, os seus lábios torceram-se num sorriso de puro de leite, enquanto escutava atentamente o que quem estava ao seu redor lhe dizia.

Curiosamente encontraram-se todos no mesmo espaço para almoçarem; mas Ellen fizera questão de ficar no canto mais distante e escondido para não se engasgar durante a refeição. Ainda assim, Raphael não ficara totalmente fora do seu campo de visão. De qualquer forma, ele parecia decidido a deixá-la desfrutar da sua hora de almoço sem que a sua própria presença a perturbasse e em nenhuma ocasião permitiu que a sua atenção abandonasse os colegas com quem estava ou a sua própria refeição.

Ellen suspirou grata no final. Tomou um golo de água e refastelou-se na cadeira sorumbaticamente, mirando-o por entre a multidão. Não resistira. Theresa pousou os talheres por fim e riu, enquanto a observava.

- Esse ar apaixonado fica-te bem.

- Não estou apaixonada. – Respingou, corrigindo a própria postura na cadeira. Olhando-a circunspecta repetiu. – Não estou apaixonada por ninguém.

- Sei. De qualquer forma, ele já deixou de ser apenas um dos homens bonitos que dá cor aos teus dias.

- Ó por favor! Estás a ver coisas onde não existem.

- Talvez. – Disse, contudo, Theresa parecia pouco convencida.

Quando regressaram à empresa, Ellen acompanhou Theresa para pousar a mala no seu posto de trabalho e dirigiu-se depois à copa para tomar café. A sua postura descontraída desapareceu quando abriu a porta e viu Raphael junto à máquina. Sozinho. Engolindo em seco, aproximou-se em silêncio. Raphael viu-a parar atrás de si e sorriu. Aquele seu jeito era um atractivo para os seus olhos. Tinha acabado de se servir de um café, porém, quando se virou para sair não ficou totalmente indiferente à sua presença e por isso, estendeu-o na direcção de Ellen, que levantou o olhar dos pés para ele e depois para o café que segurava.

- Não vinhas tomar café? – Perguntou-lhe. O simples ressoar do seu timbre rouco fê-la estremecer e engolir em seco uma vez mais. – Toma. – Disse, agarrando numa das suas mãos para lhe entregar o copo.

Depois pressionou novamente o botão da máquina para tirar um café para si. Ellen recuou um passo, sem saber direito como reagir, embora as suas pernas parecessem ter ganho vontade própria e lhe sugerissem que saísse dali no mesmo instante.

- Obrigado. – Tartamudeou

- Foi cortesia, não uma obrigação. Queres sentar?

- Hum…? – Ellen tirou os olhos do copo e olhou para Raphael verdadeiramente perturbada como se tivesse ouvido errado. – Desculpa, tenho de regressar. Mas obrigado pelo café.

Raphael sorriu. Era evidente o seu nervosismo perante a proximidade de ambos e o simples facto de estar a dirigir-se a ela sem qualquer tipo de restrições como se a conhecesse. Num passo assertivo alcançou-a sem dificuldade e segurou-a por um braço. Ellen gelou como se tivesse entrado numa arca frigorífica. Surpresa. Sim, essa era a emoção que melhor a definia naquele instante.

Quando se virou, fê-lo sem medir a impetuosidade do gesto. Sacudiu a mão de Raphael delicadamente; mas não percebera que ele se encontrava a uma distância insignificante e por isso, o café que ele próprio segurava acabou por ser derramado na sua camisa antes imaculadamente branca. Ellen esbugalhou os olhos, pousando o seu próprio copo de imediato na bancada livre.

- Ó céus. Desculpa.

- Não tem problema, é só uma camisa. – Raphael sorriu, tirando as fraldas da camisa de dentro das calças

- Tem problema sim. O dia ainda está longe de terminar. – Respondeu atrapalhada. – Eu não conheço a tua agenda e se tiveres reuniões no período da tarde? Essa camisa está-

- A precisar ser substituída, eu sei disso. – Concluiu por ela, segurando-a gentilmente pelos braços. Ellen mirou-o desconsoladamente, sentindo-se a pior pessoa do mundo. – Não tenho reuniões hoje. Não é o fim do mundo.

- Não sei como consegues estar tão descontraído. Já olhaste bem para a camisa? Olha! – Dizia, segurando as fraldas da camisa dele.

- Bom, já que estás tão preocupada com ela queres que a tire? – Perguntou, fazendo o gesto como se fosse realmente despi-la.

Ellen arregalou os olhos e deitou as mãos instintivamente às dele para o deter, olhando ao redor para se certificar de que estavam sozinhos e depois deteve os olhos nos dele que revelavam um calor peculiar, um divertimento que a deixava encabulada até em sítios que achava ser impossível.

- Nãão. Não, por favor. É esta a punição por não ter ficado a tomar café contigo?

- Não sei, é? – Riu divertido. – Vou passar um pouco de água na camisa, pode ser que ajude a disfarçar.

Ellen suspirou, soltando-lhe as mãos. Não se sentia mais descansada, era óbvio que ele estava a aproveitar aquele momento para entrar na sua vida de fininho e mais tarde não teria coragem de dizer-lhe para sair. E o problema começava por residir aí. Parte de si não queria que ele a deixasse. Por isso, deixou acontecer.

- Tinha açúcar?

- Não. – Respondeu. – Não costumo beber café com açúcar.

- Óptimo. Assim, não fico a dever-te uma camisa. Vai andado, eu vou buscar umas toalhitas sem álcool e já lá vou ter contigo.

- Mas-

- Não entres na casa de banho dos homens. – Alertou-o. – Vai à outra.

Raphael riu. Ela parecera entender o que estava a pensar mesmo sem o verbalizar. A forma como se comportava, a pureza e ingenuidade que cada reacção sua continha, faziam dela alguém especial. Essas características eram um atentado à sua sanidade mental. E com isso o seu fascínio por ela crescia à medida que a conhecia.

Ellen foi num pé e regressou no outro. Ao aproximar-se da porta da casa de banho hesitou. Ergueu o punho para bater; mas voltou a hesitar. O que é que eu estou a fazer? Perguntava-se. E algures a sua voz interior respondera: a deixar acontecer. Medo. Pensou, amarfanhando o pacote das toalhitas numa das mãos. No final, com um suspiro longo e pesado, encheu-se de coragem e voltou a erguer o punho para bater à porta.

- Ellen!

Ele respondera lá de dentro, fazendo-a retesar-se à menção do seu nome. Ele sabia-o da mesma forma que ela sabia o seu, mesmo sem se apresentarem.

- Raphael. – Tartamudeou. Ele sorriu encantado, mesmo que ela não o pudesse ver. – Tenho aqui as toalhitas.

- Podes entrar.

Ellen hesitou uma vez mais. Não sabia se devia. O que pensariam as pessoas se a vissem entrar levianamente naquele lugar. Pior do que entrar, partilhar esse lugar com um homem. Decerto não achariam que estaria a ajudá-lo a lavar uma camisa, embora fosse disso que realmente se tratasse. Sentindo as faces corar, deitou a mão ao puxador da porta e abriu-a lentamente, deparando-se com um Raphael em tronco nú, debruçado sobre o lavatório a esfregar a camisa.

- Ahm, ó céus. – Quis gritar. Sentiu-se verdadeiramente tentada a gritar. – Não estás vestido, porque é que disseste que podia entrar? Raphael!

Raphael largou a camisa de imediato e aproximou-se dela, puxando-a para junto de si. A porta atrás de ambos fechou-se e o trinco cedeu ao seu comando antes mesmo de Ellen poder protestar ou gritar sequer.

- As pessoas vão pensar que estou a agarrar-te se continuares a gritar desse jeito.

Ellen perscrutou-o com o olhar atentamente, vendo-se emaranhada nos seus braços, literalmente colada ao seu tronco perfeitamente esculpido e nú, onde as palmas das suas mãos repousavam descontraidamente como se já tivesse feito aquilo antes.

- Não é isso que estás a fazer? A agarrar-me? – Perguntou.

- Precisamente. – Ele respondeu roucamente. O seu tom não demonstrava qualquer tipo de arrependimento. – E embora despertes infinitamente mais em mim do que o simples desejo de te agarrar, não foi com essa intenção que o fiz.

- Não percebo.

Ellen procurou alguma distância; mas a força que ele impunha naquele abraço embora não fosse bruta, era o suficiente para a manter quieta sem oferecer nenhum tipo de resistência.

- Hum… como é que eu posso fazer-te entender então. – Parecia pensativo. – O objectivo é lavar a minha camisa ou pelo menos começou por ser assim, certo? De uma forma ou de outra, acabámos aqui os dois. Eu prezo pela discrição e creio que tu também, portanto, isto – Disse apontando para os dois. – É culpa tua.

- Desculpa? – Protestou indignada. – Ó não seja por isso.

- Ellen!

- Podes lavar a camisa como bem te aprouver, estão aqui as toalhitas. – Disse, apontando para o pacote caído no chão.

Raphael afrouxou o abraço por instantes e Ellen soltou-se, aproximando-se da porta para sair. Mas ele não permitiu.

- Não estás a perceber.

- Não?

Raphael riu roucamente, encostando as costas dela ao seu peito e os lábios no ouvido dela.

- Não. – Murmurou, fazendo-a arrepiar-se. – Eu quero-te só para mim.

- Raphael!

- O meu nome soa tão bem nos teus lábios.

- Raphael! – Ellen protestou; mas ele parecia não entendê-lo como tal.

- Eu gosto de ti. Entendes isso? – Perguntou, num tom sério fazendo-a ficar de frente para si num gesto impetuoso que a apanhou de surpresa e a fez olhá-lo nos olhos sem nenhum pudor. – Ellen!

Ela abanou a cabeça e sorriu. Não precisou responder-lhe, o abraço desprovido de qualquer tipo de hesitação que lhe deu, fê-lo entender que o que quer que existia entre eles era verdadeiro e reciproco. E antes de a deixar ir, observou-a de perto uma última vez e roubou-lhe um beijo que a fez corar violentamente até em sítios inesperados. Quando o trinco da porta finalmente cedeu e Ellen saiu tropegamente, Raphael sorriu perante o seu estado de embriaguez. Como pudera conquistar alguém assim? Perguntava-se. Apenas deixara acontecer, queria crer.

I came up with this last friday.... Terminei ontem para falar a verdade. Enfim, algo de momento. Um feliz 2019 para vós. Este ano não tenho nenhumas alusões, resoluções ou whatever. 2018 representou um ciclo de mudanças na minha vida, principalmente a nível profissional. O saldo não foi negativo; mas não colmatou o buraco de saudades que tenho do meu pai. Em 2019 vamos ver o que acontece.

 

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publicado por a.nee às 20:46
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The Only Exception


Nathan Vanderbilt tinha uma vida normal - até ao dia em que conheceu o seu pior pesadelo: Louise McKenzie. Sério, frio, calculista, prepotente e irrepreensivelmente inteligente e popular no colégio; enquanto Louise não passa de uma rapariga normal com notas medíocres; sonhadora, sensível, intensa e verdadeira espera reunir as condições necessárias para se aproximar do coração enregelado do filho mais velho dos Vanderbilt a quem nunca nenhuma namorada se lhe conheceu. Numa luta interior constante, Nathan irá perceber que não tem como fugir á realidade, à novidade e aquilo que sente pela filha do melhor amigo do pai.

SOBRE A HISTÓRIA.


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Ana. 30 anos. Licenciada em Engenharia Informática. Seguros. Música. Ler. Escrever. 30 Seconds To Mars. Aaron Yan. Muse. Linkin Park. Green Day. Three Days Grace. Snow Patrol. Kings Of Leon. Paramore. Game Of Thrones. Switched At Birth. Suits. Once Upon a Time. Teen Wolf. Heart Of Dixie. Covert Affairs. Arrow. The Flash. Bones. Hawaii Five-O. Nashville. The Fosters. KDrama.


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