Deep below,
Each word gets lost in the echo
Sábado, 27 de Dezembro de 2014

The Only Exception | 19

Na manhã seguinte quando se levantou, Nathan já não se encontrava no quarto. Os papéis com os exercícios resolvidos haviam sumido igualmente, levando-a a crer que fora ele quem os levara. Sorriu por instantes, recordando vagamente os momentos que haviam partilhado. Aparentemente a relação de ambos não sofrera alterações; mas para Louise conquanto pudesse ter acesso aquele seu lado menos severo, frio e imparcial, seria sempre uma vitória. Depois seguiu a preguiçar até à casa de banho para se arranjar.

Quando se preparou para deitar a mão à maçaneta da porta, ela abriu-se de rompante e Nathan surgiu-lhe em tronco nu com uma toalha enrolada na cintura e outra na mão a enxugar os cabelos descontraidamente. Louise engoliu em seco. Tropeçando nos próprios pés, desviou-se; recuando de costas até à parede, sem desviar o olhar do rapaz que fingia não vê-la. Ele tinha um ar cansado; mas isso não fazia dele uma pessoa menos atraente.

- Está livre, podes ir. – Disse num tom assertivo, seguindo depois num passo firme até ao quarto para se vestir.

Ainda que as suas atitudes fossem premeditadas, com o intuito de se proteger do desconhecido que verdadeiramente o assustava, não conseguia evitar o reboliço dentro do peito que o torturava sempre que a via ou que estavam juntos. Fechou a porta do quarto com um sorriso satisfeito nos lábios e encostou-se nela de costas pensativo. Louise era definitivamente um teste à sua capacidade de auto controlo emocional. A sua inteligência não atingira ainda aquele nível, pelo que pensar em compreender o que era aquela confusão dentro de si estava completamente fora de questão.

Com um suspiro, recompôs-se e arranjou-se para sair para o colégio. Quando terminou, desceu para tomar o pequeno-almoço. Estava sentado à mesa a trincar uma torrada distraído, quando Louise apareceu. Vinha com um conjunto de lembretes nas mãos e a falar sozinha, quis parecer-lhe que vinha a decorar pedaços adjacentes de matéria que ainda estavam em falta. Abanou a cabeça e sorriu disfarçadamente, a dedicação da rapariga era algo de fascinante, podia até dizer-se que estava vagamente curioso quanto aos seus resultados.

Bebericou um pouco de leite e trincou uma segunda torrada, tentando dar-lhe tempo suficiente para comer antes de saírem, porém, ela parecia mais interessada em rever a matéria. De qualquer forma, não poderia sair de casa sem ela, Letizia impingia-lhe sempre a sua companhia mesmo que depois de saírem pela porta de casa a realidade fosse absolutamente diferente. Então, Ellen cutucou-o intrigada e ele baixou-se para ouvir o que ela lhe tinha a dizer.

- O que é que lhe mordeu? – Perguntou num sussurro. Nathan encolheu os ombros e sorriu. – Parece até mais inteligente. – Disse, cruzando os braços sobre o peito, admirando Louise afincadamente.

Nathan voltou a sorrir. Desconfiava que a culpa seria apenas sua.

- Não a subestimes. – Murmurou, levantando-se da mesa para sair para o colégio. – Estou de saída, até logo.

Louise tirou os olhos dos apontamentos por instantes e ao vê-lo olhar para si premeditadamente, percebeu que devia segui-lo. Levantou-se apressadamente, tirando uma torrada para trincar pelo caminho e seguiu-o de perto, enquanto decorava a matéria e comia. Pouco antes de entrarem na estação do metro, Nathan parou. De costas e mãos nos bolsos, esperou pacientemente que a rapariga o alcançasse.

Ela seguiu o caminho todo no seu encalço sem tirar os olhos dos papéis, gesticulava e falava sozinha e por isso, não se apercebeu de que Nathan detivera a sua marcha. Isso obrigou-a a parar inesperadamente; mas era tarde para evitar o choque. Quando se apercebeu estava literalmente estatelada nas costas dele.

- Desculpa. – Murmurou, afastando-se de Nathan um pouco atrapalhada. – Porque paraste?

Nathan virou-se e mirou-a muito sério.

- Estás pronta para a revisão final? – Perguntou-lhe.

- Hum… sim.

- Óptimo. – Disse. E com um suspiro recomeçou a marcha. – Comecemos então.

Ainda que a uma certa distância imposta pelo próprio Nathan, Louise sentiu-se livre para responder às questões de revisão que ele lhe fez até chegarem ao portão do colégio. Nessa altura ele calou-se e parou de repente um pouco pensativo. Durante todo o percurso até ali, sentiu-a debater-se consigo própria em inúmeras questões, não precisava vê-la para perceber as suas maiores dificuldades; mas estava plenamente confiante de que ela poderia conseguir obter o êxito que pretendia. Quando ele recomeçou a marcha, Louise entrou atrás dele de cabeça baixa. Entraram na sala em silêncio, um atrás do outro e quando ela se sentou na carteira ao seu lado, Nathan olhou fixamente para o quadro e suspirou.

- Boa sorte. – Disse baixinho, sem olhar para ela.

Louise levantou o rosto para ele e de olhos arregalados conteve um grito de emoção. Ele está a falar para mim? Perguntava-se; mas ao olhar à volta percebeu que a pessoa mais próxima dele era apenas ela.

- Ahm… Obrigado. – Murmurou. – Vou dar o meu melhor.

Nathan balançou a cabeça. Sabia que ela daria tudo de si para honrar o compromisso que tinha para com ele. Era um compromisso unilateral; mas sabia que o havia feito consigo própria e não ousaria decepcioná-lo.

 

* * * *

 

A semana pareceu mais comprida do que o habitual, talvez porque tivessem o tempo todo de cabeça colada nos livros e ocupados com os exames. Para Louise, infelizmente pareceu-lhe demasiado curta. O período de exames decorrera com tranquilidade, era um facto que não podia negar. Cada um dos enunciados que recebera durante aquela semana parecia ter o toque pessoal de Nathan. Os exercícios eram demasiado semelhantes e por isso as respostas eram também elas muito iguais. Surgiam-lhe como vagas lembranças na memória e com elas, aumentava gradualmente o seu entusiasmo. Porém, e apesar de ser motivo para se encontrar feliz sentia-se um pouco incomodada. A partir daquele momento Nathan e ela voltariam a comportar-se como dois estranhos.

Naquela manhã, Nathan saíra sem argumentar o que quer que fosse e como habitualmente fazia saiu atrás dele, não pelo prazer da sua companhia porque caminhavam sempre com muitos metros de distância; mas pela necessidade de estar perto dele, mesmo que fosse incapaz de encurtar essa distância. Aquele seria um dia um pouco diferente, as notas seriam afixadas e ela teria oportunidade de perceber se tinha conseguido alcançar o seu grande objectivo. O quadro de honra jamais lhe pertenceria; mas esperava pelo menos superar a fasquia que impusera a si própria de forma que não chumbasse o ano. Por esse motivo sentia-se um pouco nervosa. O seu passo irregular e distraído traía-a nos momentos decisivos e com isso quase acabou debaixo de um carro. Parou abruptamente a meio da passadeira. O seu corpo inerte parecia ter perdido alguma da sua vitalidade e por isso era incapaz de se mover.

Nathan parou ao aperceber-se do reboliço e da confusão de buzinas atrás de si. Olhou por cima do ombro e viu Louise a cambalear como se fosse desmaiar. Imediatamente, um aperto no peito fê-lo vacilar e correr em sentido contrário. Quando chegou ao pé dela, Louise desmaiou-lhe nos braços deixando-o apreensivo e preocupado. A correria frenética dentro do peito era demasiado incómoda, nunca se sentira tão destroçado como naquele momento, chegava mesmo a perguntar-se o que poderia ter aquela rapariga de tão especial para fazê-lo sentir sempre tão fora de si. Transportou-a no colo até ao outro lado da estrada primeiramente enquanto decidia o que fazer. Vendo-a desacordada sabia que não tinha alternativa, por isso num passo acelerado levou-a ao pronto-socorro mais próximo.

Quando entrou no edifício, Louise abriu os olhos e gemeu desconfortável. Porém, quando se viu nos braços dele sorriu. Ele parecia nem ter notado que havia despertado, estava tão sério e com um ar tão preocupado que a fez sentir-se verdadeiramente especial.

- Nathan. – Murmurou.

Ele baixou o rosto, mirando-a um pouco aliviado e mostrou-lhe um meio sorriso por instantes.

- Estás acordada. – Disse. Ela abanou a cabeça e espremeu-o num abraço apertado que o fez engolir em seco. – Preciso de ajuda médica. – Disse ao aproximar-se de uma enfermeira, que rapidamente disponibilizou uma cama para Louise.

Deitou-a e afastou-se um pouco para dar espaço aos profissionais de saúde para trabalharem. Manteve o silêncio durante todo o período de observação e só se atreveu a falar para explicar o que havia acontecido. No final, não passara apenas de um susto.

- Jovem, é familiar? – Perguntaram a Nathan.

Ele olhou para Louise por instantes que parecia algo ansiosa pela resposta e serenamente voltou a olhar para o médico.

- Amigo serve?

- Preciso de alguém da família. – Disse o médico.

Nathan suspirou, não era algo que o surpreendesse. Viu o ar expectante no rosto de Louise; mas não podia dar a resposta que ela talvez pretendia que desse. Não se atreveria.

- Não sou parente directo; mas sou aquilo a que mais se assemelha a um irmão.

O semblante de Louise fechou-se de imediato.

- Muito bem, não irei discutir mais o parentesco de ambos até porque o estado da senhorita Louise McKenzie não inspira cuidados. Trata-se de uma quebra de tenção e… desnutrição. Vou receitar-lhe algumas vitaminas e espero que faça a sua irmã comer sem saltar refeições. É importante para a recuperação dela.

Nathan balançou a cabeça em concordância e algo aliviado com o diagnóstico. Aquela rapariga era realmente descuidada. Fomentara a vontade de tirar boas notas e esquecera-se do mais importante: a sua saúde, apenas com o intuito de lhe provar que não era ignorante. O médico ausentou-se por instantes e ele sentou-se num banco junto á cama dela. A rapariga ignorava-o propositadamente.

- Hey! – Disse, tocando-lhe num braço. – Ouviste o que o médico disse? – Perguntou, sem no entanto obter resposta. Louise não se mexeu. – Louise! – Exclamou asperamente, amarrando-a pelos braços bruscamente.

Louise olhou-o sisudamente em silêncio, escondendo todo e qualquer traço de surpresa por tê-lo ouvido dizer o seu nome pela primeira vez.

- Estás a magoar-me. – Disse somente.

- Desculpa. – Murmurou e com um sopro afastou-se. – Não percebo como podes ser tão descuidada contigo mesma.

- Porque é que disseste que eramos irmãos? – Perguntou baixinho, olhando para as suas próprias mãos entrelaçadas uma na outra.

Nathan mirou-a algo surpreso com a questão.

- Era a resposta mais sensata. O que é que querias que eu dissesse? Hum? – Perguntou aborrecido, inclinando-se sobre o corpo dela para a enfrentar. Louise engoliu em seco com a proximidade do rosto dele. – Que moramos na mesma casa e não partilhamos laços afectuosos? Ou que és minha namorada talvez? – Disse com desdém, aproximando ainda mais o rosto do dela.

Louise engoliu em seco novamente ao vê-lo tão perto. Ele não se atreveria a fazer um disparate ou atreveria? Perguntava-se muito seriamente. No entanto, a verdade é que esse era o menor dos seus problemas. Naquele momento nem ouvia direito o que ele lhe dizia, conseguia diferenciar o tom monocórdico e rude; mas atentava com mais curiosidade para o movimento subtil dos lábios dele que estavam cada vez mais próximos dos seus como que em jeito de provocação.

- Eu não te pedi nada, tu é que-

- Preferias que tivesse chamado o teu pai? – Perguntou bruscamente, interrompendo-a.

A sua mão estendeu-se até ao queixo dela, que piscou os olhos repetidamente um pouco nervosa. O que é que ele está a fazer? Perguntava-se.

- Não. – Murmurou. – A última coisa que o meu pai precisa é preocupar-se com o meu estado de saúde.

- Óptimo. – Disse, afastando-se dela para se sentar novamente. – A partir de agora vais comer sem saltar refeições, irei pessoalmente certificar-me disso.

Louise mirou-o de olhos esbugalhados por instantes; mas no final virou o rosto com um trejeito aborrecido e infantil, cruzando os braços sobre o peito. Perguntava-se como tencionava ele fazer aquilo. Nathan calou uma gargalhada com um das mãos. Ela era qualquer coisa. Mesmo quando era desagradável e frio, ela parecia não se intimidar. Admirava a coragem dela. De todas as raparigas que o cortejavam, aquela era definitivamente a mais decidida, detentora de um espírito de luta inabalável, ela era a pessoa que lhe assaltava o coração de uma forma que nunca antes ninguém se atrevera a fazê-lo.

Quando saíram do pronto-socorro, Nathan fez questão de a acompanhar a um restaurante conceituado que ficava a caminho do colégio. Sentaram-se numa mesa redonda com espaço para no mínimo umas seis pessoas sentadas e Nathan pediu o café da manhã bem reforçado. Louise quase caiu da cadeira quando o empregado se abeirou de ambos pouco depois com vários pratos fartos e requintados. Havia vários tipos de pães, manteiga, queijo, geleias, sumo natural, leite, chá e uma variedade de fruta que a deixou de boca aberta.

- Tu perdeste o juízo? – Perguntou-lhe absorta, apontando da comida para ele e consequentemente para si própria em estado de choque. – Isto é tudo para mim?

Nathan apoiou o cotovelo na mesa e o rosto na palma da mão, olhando para a rapariga com um interesse deveras peculiar que a deixou um pouco confusa.

- Tenciono ajudar-te, até porque carregar-te no colo não foi fácil. – Riu roucamente, estendendo a mão a um croissant.

Louise franziu o cenho e cruzou os braços sobre o peito. Apetecia-lhe gravar um punho no seu belo rosto; mas isso seria considerado crime. Contendo um grito de irritação profunda, encostou-se na cadeira muito séria e observou-o a trincar o croissant com gosto.

- És um idiota, Nathan. – Murmurou para com os seus botões.

- Disseste alguma coisa? – Perguntou divertido, fingindo não ter ouvido a ofensa que lhe era particularmente dirigida. Louise abanou a cabeça. – Então come, foi para isso que te trouxe aqui.

Louise remoeu baixinho. Ele estava a testar a sua capacidade de auto-controlo, só podia. Não via nenhuma outra explicação para aquela tortura.

- Tu… tu… - Tartamudeou desorientada, recusando-se a comer. – Acabaste de me chamar gorda e queres que coma? – Perguntou irritada. – Obrigado; mas não obrigado. Faz bom proveito.

Levantou-se de repelão agarrando na mala para sair e o deixar só. Nathan era demasiado intragável e apesar de gostar dele, tinha alturas em que não suportava tamanhas humilhações. Não esperava, no entanto, é que a rebeldia da sua atitude o fizesse recuar. Por isso, quando passou por ele, sentiu o seu braço ser pressionado suavemente pelo calor da sua mão grande e máscula calejada. Não teve tempo de pensar ou de piscar os olhos, quando voltou à realidade o seu corpo tinha sido literalmente arremessado com cuidado até ele, estando agora precisamente sentada nas suas pernas, com um braço a amarrar-lhe o pescoço e o outro fincado no casaco da farda dele.

- Eu não disse que podias sair. – Disse roucamente e sem vacilar. Sentia o corpo dela tremer e percebeu pela primeira vez que Louise era uma menina com intenções puras. – Vá, agora come. – Prosseguiu, passando-lhe um pedaço de pão com geleia.

Louise aceitou o pão sem delonga e debicou-o a medo. Sentia-o atento a cada movimento seu, como se fosse uma peça de arte rara. Era verdadeiramente desconcertante. Estar sentada sobre as pernas dele era um atentado à sua capacidade de reacção; mas tê-lo a alimentá-la como se partilhassem de uma intimidade conjugal fazia-a vacilar, por isso encheu a boca meia dúzia de vezes e depois negou-se a comer o que quer que fosse.

- Estou cheia. – Disse de boca cheia e ele passou-lhe um copo de sumo. – Prefiro leite.

Nathan bufou. Acaso estaria a tomá-lo por parvo? Ou acharia que ele não perceberia que estava a provocá-lo ou tentar castigá-lo pela sua irreverência? As atitudes dela eram um atentado à sua inteligência fenomenal. Estendeu-lhe um copo desta feita, de leite e depois de a ver bebericar o líquido até ao final, levantou-se, segurando-a pela cintura para a levantar consigo.

- Agora podemos ir. – Disse num tom firme e sóbrio que a deixava á beira de um ataque de nervos.

Seguiu-o de perto, vendo-o pagar a conta e dali seguiram finalmente para o colégio.

Queria agradecer primeiramente à Vanessa por me ter passado um desafio que anda por aí a correr a plataforma e explicar o motivo pelo qual eu não o fiz. Não sou de Marte; mas esta quadra não me diz nada, não me identifico com ela e por isso não a festejo, assim quando li as perguntas percebi que inevitalmente não tinha respostas para as questões do desafio. Por esse motivo não fiz o dito desafio; mas fica aqui o meu obrigado à Vanessa porque se lembrou de mim.

Agora, no que diz respeito à história. Tenho a dizer-vos que ainda têm muitos capítulos pela frente, e este é ligeiramente maior que o habitual. Não se aborreçam com o Nathan faz parte da personalidade dele, ninguém me diz que lá na frente ele não mude um pouco, não é verdade? Espero que gostem.

publicado por a.nee às 23:43
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4 comentários:
De • Smartie a 30 de Dezembro de 2014 às 20:57
Antes de mais, não tens de quê :) Eu realmente não sabia que não festejavas esta quadra, por isso é que passei o desafio xp Obrigada pelo esclarecimento :D
Em relação ao capítulo, gostei muito ^^ A Louise teve direito a lavar as vistas logo de manhã, mas que bem xD Parece-me que a ajuda do Nathan foi realmente positiva para ela, ela trabalhou muito e de certeza que se vai sair bem nos exames :b E o que aconteceu depois...aiai ._. Ela tem mesmo de ter mais cuidado consigo própria, senão ainda fica doente ou algo assim :\ Mas de certeza que o Nathan não vai deixar que isso aconteça, ahah ^-^
Fico ansiosamente à espera do próximo!
Beijinhos*


De hannahrbc a 4 de Janeiro de 2015 às 03:22
Olá!
Encontrei o teu blog e queria seguir-te, mas com este novo sapo nao percebo nada e não consigo adcionar-te aos amigos.... Gostava de ler aquilo que escreveste....


De a.nee a 4 de Janeiro de 2015 às 12:50
Olá, sê bem vinda.
Mesmo sem me adicionares consegues ler, o blog não é privado. De qualquer forma, fui ver a minha lista de seguidores e tu estás lá. Fiz subscrição do teu pedido, assim os teus comentários não ficam pendentes de aprovação.


De sacha hart a 5 de Janeiro de 2015 às 22:02
Adoro capítulos grandes de "The Only Exception". Mas melhor, só capitulos grandes muito, muito giros e foi completamente o caso! Adorei que as defesas do Nathan tenham enfraquecido, mesmo que por breves momentos. Ainda bem que ele se mostra preocupado pela Louise, finalmente!
E aquele momento inicial na casa de banho? Ui! Se fosse a Louise, tinha-me dado um ataque.
Gostei muito. Beijinhos ^^^


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The Only Exception


Nathan Vanderbilt tinha uma vida normal - até ao dia em que conheceu o seu pior pesadelo: Louise McKenzie. Sério, frio, calculista, prepotente e irrepreensivelmente inteligente e popular no colégio; enquanto Louise não passa de uma rapariga normal com notas medíocres; sonhadora, sensível, intensa e verdadeira espera reunir as condições necessárias para se aproximar do coração enregelado do filho mais velho dos Vanderbilt a quem nunca nenhuma namorada se lhe conheceu. Numa luta interior constante, Nathan irá perceber que não tem como fugir á realidade, à novidade e aquilo que sente pela filha do melhor amigo do pai.

SOBRE A HISTÓRIA.


Profile

Ana. 29 anos. Licenciada em Engenharia Informática. Seguros. Música. Ler. Escrever. 30 Seconds To Mars. Aaron Yan. Muse. Linkin Park. Green Day. Three Days Grace. Snow Patrol. Kings Of Leon. Paramore. Game Of Thrones. Switched At Birth. Suits. Once Upon a Time. Teen Wolf. Heart Of Dixie. Covert Affairs. Arrow. The Flash. Bones. Hawaii Five-O. Nashville. The Fosters. KDrama.


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