Deep below,
Each word gets lost in the echo
Sábado, 10 de Janeiro de 2015

The Only Exception | 20

O silêncio perturbante manteve-se durante todo o percurso até ao colégio. Quando entraram, ambos por iniciativa própria tomaram rumos diferentes. Nathan foi interpelado por um amigo que sem qualquer tipo de disfarce olhou para ela por cima do ombro do outro, soltando uma risada. Nathan abanou a cabeça e fintou-o para prosseguir num passo firme até à sala de aula. Quase que podia imaginar a baboseira que o colega acabara de dizer, assim como quase que podia imaginar Nathan a revirar os olhos. Louise suspirou vendo-o desaparecer ao fundo no corredor. Não iria segui-lo, não se atreveria a alimentar boatos de espécie alguma. Como estavam em tempo regulamentar de intervalo, dirigiu-se ao átrio onde as notas geralmente eram afixadas.

A julgar pela confusão e amontoação de alunos, provavelmente estariam a afixá-las naquele preciso instante. Aproximou-se sorrateiramente, furando por entre os colegas até chegar à primeira fila. Não aguentaria a espera até que todos eles dispersassem. Começou por observar os lugares cimeiros e concluiu com um sorriso no rosto que Nathan mais uma vez ocupava o lugar de excelência. Depois percorreu a lista lentamente á procura do seu nome; mas antes de poder encontrá-lo a voz rouca e firme de Nathan sou-lhe demasiado perto.

- Parabéns! – Disse baixinho, sem se permitir olhá-la.

Louise levantou o rosto surpresa e apontou para ele, balbuciando algo de difícil percepção. Não conseguia entender como foi que chegara ali tão rápido; mas isso não era o mais importante. Ele fizera questão de ali passar para ver o seu resultado em particular, porque assim como Louise havia muitas raparigas em jeito histérico tão surpresas quanto ela por ele ali estar. Segundo constava, Nathan nunca aparecia junto das vitrinas para confirmar as suas notas. Aquela fora uma excepção.

- Ahm… – Tartamudeou. – Obrigado. Parabéns.

- Hum? – Murmurou distraído, olhando para ela com um peculiar interesse.

Louise apontou para o nome dele na vitrina. Ele sorriu.

- Tiraste a melhor nota.

- Ó isso. – Parecia desinteressado, até porque não era uma novidade. – Diz-me qualquer coisa que eu ainda não saiba. De qualquer forma, era de se esperar. Pela primeira vez na vida, fui obrigado a estudar.

Louise baixou o rosto meio encabulada, jamais poderia negar um comentário tão verosímil. Aquela carapuça servia-lhe na perfeição, como tal teria de a usar. Fora ela quem o fizera estudar indirectamente; mas de forma tão árdua.

- Eu não te pedi-

- Nada. – Concluiu por ela, interrompendo-a de imediato. – Não me pediste nada, eu sei. E por isso, quero deixar claro que de agora em diante estás por tua conta e risco. Dependes apenas de ti para os exames finais.

E com isso, abandonou o átrio tão rápido como quando ali aparecera, deixando-a a remoer sozinha. Aquele azedume todo era verdadeiramente irritante; mas ela sentia-se grata porque de alguma forma, despertava em si uma vontade de mostrar serviço. Não tinha que efectivamente lhe provar absolutamente nada; mas ele criava dentro dela uma vontade incontrolável de trabalhar arduamente para o igualar, mesmo que fosse considerado algo impossível.

- Vejam só, uma manhã quase inteira ausentes e o nível de comunicação superou o expectável. – Comentaram atrás dela, num tom divertido.

Louise virou-se com um protesto na ponta da língua quando viu Claire e Blake agarradas uma na outra com um sorriso divertido nos lábios. O seu intento acabara por morrer ali mesmo. Com um suspiro arrastou os pés até ao banco mais próximo e sentou-se. As amigas seguiram-na de perto e sentaram-se junto dela, ambas com expressões demasiado curiosas.

- Estiveram juntos? – Perguntou Claire.

Blake abanou a cabeça em concordância, também ela pretendia uma reposta aquela mesma questão.

- E isso importa porque…? – Respondeu-lhes com uma nova pergunta.

- Ó… é claro que importa. O vosso comportamento é muito suspeito ultimamente, até as tuas notas são suspeitas. – Retrucou Blake com um sorriso ligeiramente tendencioso.

- Não percebo onde queres chegar. Estás a chamar-me burra?

Louise sentia-se ligeiramente encurralada, quase como um animal enjaulado sem saída possível. A perspicácia de ambas estava a deixá-la nervosa e encontrar argumentos abstractos que a ajudassem a não revelar aquela parte da sua vida privada revelava-se cada vez mais difícil.

- Não foi isso que eu disse, só acho estranho. Copiaste? – Continuou Blake.

- Hum? – Murmurou de olhos esbugalhados. – Claro que não.

- Então?

- Eu… eu… tive explicações durante o período de preparação dos exames para recuperar toda a matéria perdida. É suficiente? – Perguntou aborrecida.

- Depende… - Disse Claire verdadeiramente interessada no assunto.

- De quê?

- De quem tenha sido o tutor. – Respondeu Claire divertida, deixando escapar uma risada confortável. Blake sorriu e abanou a cabeça em concordância.

- Foi ele, não foi? – Perguntou Blake.

Louise sentiu o rosto inflamar, aquelas perguntas demasiado objectivas estavam a deixá-la encabulada. Se continuassem a cercá-la daquela forma as suas respostas também passariam a ser objectivas e isso poderia trazer-lhe problemas. Não queria nem imaginar a reacção de Nathan.

- Desculpem; mas não pretendo responder. – Disse, levantando-se repentinamente para seguir até à sala de aula.

Claire e Blake olharam uma para a outra e guincharam estridentemente, fazendo-a pinchar a meio do percurso e sorrir embaraçada. Sabia que o seu silêncio acabara de confirmar as expectativas das duas, agora se era algo favorável ou não… o tempo diria.

A sala de aula estava ainda meio deserta. Nathan e o amigo, um companheiro da equipa de Lacrosse eram os únicos a ocupar aquele espaço. Entrou com a sensação de que nem tinha sido notada, porque tal como previra Nathan cumprira com o combinado e agora a relação de ambos voltara à estaca zero. Sentou-se na carteira habitual, junto a ele e tirou o livro de Inglês da mala para rever a matéria das aulas anteriores, quando Zac apareceu vindo nem sabia exactamente de onde, com um ar irritado.

Viu-o aproximar-se da carteira de Nathan a toda a velocidade e temeu que o amigo se atrevesse a uma atrocidade. Zac estampou as mãos na carteira estridentemente e inclinou-se ferozmente diante de Nathan, que levantou os olhos do livro que lia serenamente e o mirou sem piscar uma única vez os olhos. Louise estava até zonza.

- Dizem as más-línguas que estiveste uma manhã quase toda com a Louise, é verdade? – Perguntou asperamente.

Nathan ergueu o sobrolho intrigado com a questão. O interesse de Zac naquele assunto era algo peculiar e por isso estava disposto a ver até onde ele era capaz de levar a conversa.

- Se for verdade, isso incomoda-te por algum motivo em especial? – Disse descontraidamente, sorrindo cinicamente. Louise abriu a boca e abriu muito os olhos.

O que é que ele está a fazer? Perguntava-se absolutamente incrédula. Apeteceu-lhe gritar-lhe a plenos pulmões. Não estava a perceber o que se estava a passar. Era demasiado confuso para si. Aquela altura Blake, Claire e mais de metade da turma assistiam ao confronto verbal de Zac e Nathan verdadeiramente interessados no desenrolar da conversa.

- Incomoda-me porque eu gosto dela, de uma forma que tu jamais gostarás. Tu não sabes amar ninguém, além de ti mesmo.

Ó não. Zac. Pensou Louise para consigo. Ela pensava que aquele incidente estava resolvido; mas na verdade não era bem assim. Zac confrontara-a há dias atrás com aquilo que sentia por si; mas infelizmente, ela jamais poderia fazê-lo sentir-se correspondido porque ele não era Nathan. Zac conhecia Nathan melhor do que ela e por isso ela acreditava que aquela atitude tratava-se de um mero zelo para com a sua própria integridade e sentimentos em relação a Nathan, porém, estava ciente de que ele não desistiria de pelo menos tentar conquistar o seu afecto.

- Hum! – Murmurou Nathan divertido, fingindo pensar no assunto. – O maior erro das pessoas é subestimar os adversários, de qualquer forma nesta batalha, parece-me que já existe um vencedor, hum?

- Tu… és um insolente. – Gritou-lhe severamente, erguendo um punho para lhe bater. Louise tapou os olhos com ambas as mãos naquele instante.

- Não subestimes as minhas capacidades, Zac… mesmo as menos evidentes, ninguém me garante que não as acorde e desenvolva um dia.

- Argh… – Resmungou impacientemente.

Quando o alvoroço passou, Louise espreitou por entre os dedos para perceber que Zac tinha sido afastado pelo amigo de Nathan e que o professor de Inglês acabara de entrar na sala. Viu Zac sentar-se contrariado e remoer sozinho durante a aula quase toda. O incidente tivera um impacto tal que estavam quase no final da aula e Louise ainda não fora capaz de quebrar o silêncio, nem para dizer as baboseiras habituais em si durante a aula. O seu corpo inerte e paralisado, estava sem qualquer tipo de reacção como se por instantes tivesse entrado num coma profundo. Adversários. … Ninguém me garante que não as acorde e desenvolva um dia. Era tudo o que revia sem parar na sua cabeça, procurando insistentemente um significado para aquelas palavras.

A mansidão e serenidade de Nathan na reacção ao confronto estavam a deixá-la verdadeiramente intrigada e algo ansiosa. Se se permitisse interpretaria todo o discurso de forma algo favorável a si própria; mas perguntava-se se realmente era esse o significado ou se Nathan estava simplesmente a reagir ao ímpeto de Zac com uma provocação arrogante. Se pensasse bem no assunto, não seria algo de todo anormal.

A aula terminou sem que Louise se desse conta, o rebuliço foi o que a alertou para o término de mais um dia de aulas. Quando finalmente voltou à realidade a primeira pessoa que viu foi Nathan. Bom, na realidade só tivera oportunidade de lhe mirar as costas, atendendo a que fora o primeiro a sair da sala. Arrumou os livros em silêncio e saiu a arrastar os pés com um ar sorumbático e meio distraído. Já no corredor, Claire e Blake alcançaram-na num estado de euforia absolutamente anormal. Zac por seu turno, mantinha o semblante fechado e aborrecido.

- Hey, o que foi aquilo no início da aula? – Perguntou-lhe Claire em segredo, fazendo Louise parar abruptamente.

Louise olhou de Claire para Blake que partilhava da mesma curiosidade e sorriu sem vontade. A resposta aquela pergunta só Nathan a detinha. Embora fosse parte envolvida, não percebera nem um terço do discurso do rapaz. Não conseguia obrigar-se a alimentar uma esperança vã quando tanto quanto sabia, aquelas palavras poderiam não passar de argumentos sólidos representativos de uma estúpida provocação arrogante.

- Não sei; mas o Zac com certeza será capaz de explicar que confronto idiota foi aquele. – Disse ela, num tom cortante, olhando das amigas para Zac que engoliu em seco. – Certo Zac? – Perguntou agora irritada.

Zac tossicou nervoso.

- Hey… eu – Riu, mostrando-se ligeiramente desconfortável com o tema. – Eu estava só a tentar defender-te. – Disse finalmente, cruzando os braços sobre o peito.

- Do quê exactamente? – Perguntou aborrecida, aproximando-se dele para lhe espetar um dedo no peito. – Zac, eu sou grata pelo carinho que me tens; mas-

- É dele que gostas, eu já sei disso. – Respondeu abruptamente, interrompendo-a. Louise mordeu o lábio inferior surpresa. Não havia ressentimento naquela afirmação e isso significava que ele respeitava a sua decisão; mas não só. Significava que esperaria por ela até não ter outra alternativa a não ser desistir. Isso era algo frustrante. – Só não percebo o que vês nele. De qualquer forma, como teu amigo sinto-me na obrigação de te proteger.

- Do quê? – Insistiu.

Zac bufou impacientemente.

- Dele. – Disse zangado. – Não vou permitir que gastes uma única lágrima com aquele paspalho.

Louise sorriu e num impulso imediato, abraçou-o com força. Por instantes, sentiu o conforto dos braços do amigo que não reagiu de imediato; mas que depois devolveu o abraço como se ela fosse um tesouro frágil. Tão quente, tão confortável.

- Obrigado.

- Bom, agora que ambos terminaram com o mau ambiente podemos ir? – Perguntou Blake divertida, empoleirando-se em Zac e Louise que riram de imediato.

Louise afastou-se e olhando para os três desculpou-se pelo facto de não poder acompanhá-los. Naquele mesmo dia, Nathan deixara claro que não voltaria a ajudá-la e na verdade ela própria não queria depender de terceiros para manter notas razoáveis até ao final do ano lectivo. O mesmo findaria em breve e nos últimos exames não poderia falhar, por isso, obrigar-se-ia a estudar. Estava convicta que o esforço adicional valeria a pena.

- Stalker! – Exclamou Claire com uma gargalhada divertida.

- Hum? – Murmurou Louise sem perceber onde queria ela chegar. – Stalker porquê?

- O Nate tem treinos, tu não vens connosco logo por aproximação de acontecimentos, vais assistir aos treinos de Lacrosse. – Rematou Blake com um dedo pendurado no ar.

- Eu, eu… - Tartamudeou Louise escandalizada com tal sugestão. – Ó, vocês andam a ver demasiados dramas mexicanos. Eu vou estudar, – Disse com um revirar de olhos impaciente. – Para a biblioteca. Até amanhã.

Blake e Claire ficaram a acenar-lhe com um sorriso estranho nos lábios, enquanto de desviava na direcção da biblioteca do colégio, que descobriu de imediato ter uma vista panorâmica e verdadeiramente atractiva para o campo de Lacrosse. Agora entendia o sorriso divertido das amigas. Era a sua primeira vez na biblioteca do colégio, como poderia saber que aquelas salas demonstravam ser para si pura distracção? Com um suspiro amordaçou as alças da mala que transportava e dirigiu-se a uma das carteiras junto à janela e ali permaneceu a tarde toda, ignorando com alguma dificuldade o alarido no campo de Lacrosse. Ignorando sobretudo Nathan, o qual identificou de imediato mesmo estando ele tão longe de si.

A concentração era algo medíocre, e os seus estudos estavam a revelar-se um fiasco, por isso teria de reter-se ali mais tempo do que aquele que previra. Entretanto, o barulho no exterior cessara e Louise concluíra que os treinos haviam terminado. Então, sem nenhuma outra distracção, que a fizesse tirar os olhos dos livros permaneceu ali até a noite cair. Por entre uma confusão de apontamentos, canetas e livros abertos, Louise não resistiu ao cansaço e deixou cair a cabeça sobre a mesa e fechou os olhos por instantes. São só uns minutos. Pensou, incapaz de se levantar.

- Hey! – Exclamaram junto a ela algum tempo depois. A voz era-lhe familiar; mas estava a dormir, tanto quanto sabia podia estar a sonhar. – Hey! – Voltaram a exclamar. Desta vez a pessoa estava mais próxima dela, sentia uma suave corrente de ar bater-lhe no rosto. – És realmente descuidada.

O murmúrio abatido fê-la sorrir por instantes, porque aquela frase representava algo que só Nathan tinha coragem para lhe dizer. Remexeu-se algo desconfortável na cadeira, quando num ímpeto inesperado sentiu o seu corpo levitar. Inconscientemente agarrou-se com força ao pescoço da pessoa que a segurava nas costas como se fosse uma criança pequena e aninhou-se confortavelmente, sentindo as mãos daquela pessoa segurá-la veemente e com segurança as pernas para que não caísse.

- Ainda bem que ainda estava por aqui Nathan, não saberia o que fazer com ela a estas horas da noite. – Disse o segurança que geralmente fazia a ronda ao colégio antes de fechar as portas.

Nathan sorriu. Não ficara propositadamente, na verdade já tinha regressado a casa; mas o alvoroço de Letizia com a ausência de Louise que não atendia o telemóvel fê-lo sair de imediato para a procurar e sem saber porquê, acabou ali.

- Eu encarrego-me dela, até amanhã.

 

Estava dificil terminar o capítulo. Consegui finalmente. Lamento a demora; mas durante a semana não tenho cabeça para pensar no rumo da história e escrever o que quer que seja. Ando realmente muito cansada, desde que rodei nas funções lá no trabalho. Fisicamente sinto-me perfeitamente; mas a função exige muita cabeça e agora após quase 3 meses em formação, vou ter aplicar os mesmos conhecimentos no desafio para o qual fui alocada, porém, todas as regras são diferentes. O processo é igual, as regras diferentes, entendem? Lá vou eu para mais um novo processo de adaptação, porém, estou motivada e gosto imenso do que estou a fazer. Ora bem, espero que gostem do capítulo.

publicado por a.nee às 18:17
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5 comentários:
De • Smartie a 18 de Janeiro de 2015 às 01:01
Aww, o Nathan foi querido em lhe ter dado os parabéns pelas notas :) Parece que, com a ajuda dele, ela lá se está a safar ^^
A Claire e a Blake são demais, andam sempre à procura de novos desenvolvimentos ahah x) Aquela cena toda com o Zac é que foi pior...o que vale é que ele e a Louise esclareceram tudo :3
E, mais uma vez, o Nathan é chamado a salvar a Louise xD Isto já parece sina, realmente xp
Gostei muito do capítulo, fico à espera do próximo! :D
Beijinhos*


De sacha hart a 19 de Janeiro de 2015 às 18:03
Wow, este capitulo foi... espectacular!
Logo no inicio fiquei contente por a Louise se ter saído bem, mas ainda mais por o Nathan aparecer e a congratular por isso! Quem diria, hein? Pelo menos em pública. Só demonstra o quanto ele não lhe é assim tão indiferente. O resto do capitulo só me dá mais certeza neste ponto! Adorei mesmo, ainda estou aqui meio parvinha a imaginar o Nathan a levá-la ao colo da biblioteca. Que amoroso!


De • Smartie a 21 de Fevereiro de 2015 às 21:30
Muitos parabéns!! :D Espero que estejas a ter um óptimo dia, com tudo de bom e muitas prendinhas ^^
Beijinhos*


De a.nee a 22 de Fevereiro de 2015 às 16:57
Aww *.* Lembraste-te(Mesmo estando eu ausente há já algum tempo)!!! Tão querida. São pessoas como tu e gestos tão simples como este que por vezes definem uma pessoa. Muito obrigado.

Bjinho


De • Smartie a 22 de Fevereiro de 2015 às 21:02
Aww, de nada querida :) Obrigada pelas tuas palavras ^^
Beijinhos*


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The Only Exception


Nathan Vanderbilt tinha uma vida normal - até ao dia em que conheceu o seu pior pesadelo: Louise McKenzie. Sério, frio, calculista, prepotente e irrepreensivelmente inteligente e popular no colégio; enquanto Louise não passa de uma rapariga normal com notas medíocres; sonhadora, sensível, intensa e verdadeira espera reunir as condições necessárias para se aproximar do coração enregelado do filho mais velho dos Vanderbilt a quem nunca nenhuma namorada se lhe conheceu. Numa luta interior constante, Nathan irá perceber que não tem como fugir á realidade, à novidade e aquilo que sente pela filha do melhor amigo do pai.

SOBRE A HISTÓRIA.


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Ana. 29 anos. Licenciada em Engenharia Informática. Seguros. Música. Ler. Escrever. 30 Seconds To Mars. Aaron Yan. Muse. Linkin Park. Green Day. Three Days Grace. Snow Patrol. Kings Of Leon. Paramore. Game Of Thrones. Switched At Birth. Suits. Once Upon a Time. Teen Wolf. Heart Of Dixie. Covert Affairs. Arrow. The Flash. Bones. Hawaii Five-O. Nashville. The Fosters. KDrama.


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