Deep below,
Each word gets lost in the echo
Domingo, 22 de Fevereiro de 2015

The Only Exception | 21

A marcha foi lenta e o passo arrastado durante quase todo o percurso, porém não podia reclamar. Quando se apercebeu de que seguia atrelada a um desconhecido, temeu pela própria vida, porém, aquela sensação de conforto que a acompanhava nunca a abandonou. Abriu os olhos de repelão e agitada quase caiu das costas de quem a transportava. Pior, quase fez cair a pessoa junto com ela.

- Hey! Que estás a fazer? – Disse Nathan asperamente, parando forçadamente para se recompor. Louise estremeceu ao aperceber-se de que era ele quem a segurava. Perguntava-se muito seriamente que brincadeira de mau gosto era aquela, sempre que precisava sem saber porquê, era ele quem aparecia para a ajudar, como um verdadeiro príncipe encantado. – Queres cair?

- Não! Desculpa. – Respondeu, observando-o por instantes. Foi então que percebeu que não só a carregava a si como também a sua mala e respectivos livros. Mordeu o lábio inferior e voltou a abraçá-lo. Nathan suspirou e recomeçou a marcha. – Como sabias que estava ali? – Murmurou de encontro ao pescoço dele.

A respiração entrecortada da rapariga junto ao seu pescoço e o baque do coração apressado dela junto às suas costas quase que o fizeram perder a concentração.

- Não sabia. Foi intuição, acho. – Respondeu serenamente. – Porque é que ficaste até tão tarde e pior porque é que não atendeste o telemóvel, a minha mãe está louca de preocupação.

Louise silenciou-se, obviamente não fora propositado. Com um abanico meigo, fê-lo olhar para trás e o momento em que os olhos de ambos se cruzaram pareceu durar uma eternidade. Nathan engoliu em seco e Louise sorriu inocentemente.

- A culpa é tua! – Respondeu infantilmente, pousando a cabeça no ombro dele. – Disseste que não me ias ajudar mais, por isso preciso redobrar as minhas horas de estudo. Vou provar-te que consigo atingir os meus objectivos sozinha.

- Hum!

A sua convicção era qualquer coisa de surreal, por isso Nathan sentia-se sempre expectante. Embora sereno e impávido no exterior, sentia a inquietação dentro de si e como tal, deixá-la-ia provar-lhe a força que a sua convicção carregava. Sentindo-a quieta durante o resto do percurso, percebeu ao olhar novamente para ela que voltara a adormecer. Com um sorriso disfarçado prosseguiu.

Já em frente á porta de casa, Louise remexeu-se confortavelmente nas suas costas e dobrou a força do abraço como se temesse cair e balbuciou o seu nome baixinho, como se enunciasse uma promessa muda que não tardaria a cumprir. Abanou a cabeça e com um sorriso fugaz, entrou em casa. No momento em que pousou a mala e os livros da rapariga foi abruptamente abalroado por uma Letizia impetuosa que surgiu, vinda da cozinha numa correria desenfreada.

- Louise! – Exclamou muito alto.

- Mãe! – Disse ele por entre dentes. – Schh…! Ela está a dormir.

Letizia franziu o sobrolho um pouco pensativa. Aquela reacção de Nathan deveria no mínimo ser classificada como estranha; mas não podia perder tempo com esse tipo de cogitações naquele instante. Louise era mais importante. Com os braços no ar em sua defesa, comprometeu-se a falar mais baixo.

- O que é que lhe aconteceu? – Perguntou.

Nathan suspirou, dirigindo-se por fim às escadas para a levar para o seu respectivo quarto. Não se sentia suficientemente confortável para responder a questões, cujas respostas nem ele entendia. Uma boa parte de si não tinha a certeza de se querer ver envolvido em suposições sem sentido.

- Nada, não te preocupes. – Disse somente, já a meio da escada.

Dirigiu-se em silêncio até ao quarto da rapariga e deitou-a na cama com cuidado, vendo-a aninhar-se nas cobertas e almofadas confortavelmente enquanto se afastava. Sem se aperceber sentiu que o peito lentamente se via emaranhado numa teia de calor que o fazia pensar disparates. Permaneceu perto da cama em silêncio alguns instantes, vendo-a dormir serenamente. Intrigado, tentava perceber o que se passava dentro de si. Havia algumas questões, cujas respostas desconhecia. Porque é que se sentia afectado com ela por perto? Porque é que sentia aquela paz confortável quando olhava para ela adormecida? Porque é que tinha necessidade de a proteger ainda que isso significasse negar a sua importância, tantas outras vezes? Tantas perguntas e tão poucas respostas. Com um suspiro, deu-se por vencido. Não pretendia vagar sem direcção num mar de interrogações que o deixariam perplexo se em algum momento a verdade lhe parecesse clara. Aconchegou-a com um cobertor e despediu-se dela com um carinho tímido no rosto.

Recuou, então, meio aos tropeções quando ela se mexeu ao passar superficial dos seus dedos no rosto e saiu sem olhar para trás. Ainda a engolir em seco e de coração disparado entrou na casa de banho para tomar um duche antes de ir dormir. Só assim se permitiria acalmar aquele ímpeto avassalador que parecia ganhar força dentro de si dia após dia.

 

* * * *

 

Louise tinha conseguido chegar a Abril com notas razoáveis. Os resultados jamais seriam iguais aos que tirara quando Nathan dispensara algum do seu próprio tempo livre para a ajudar; mas conseguir manter a fasquia para passar de ano era o seu único objectivo. A par disso, havia todo um reboliço de emoções que dispersara a sua atenção naqueles últimos dias, talvez por isso a sua concentração fosse realmente medíocre. No colégio, os colegas pareciam viver para o Lacrosse. Aparentemente, naquela semana haveria um jogo de extrema importância. Um desafio que ditaria se a equipa de Lacrosse do colégio participaria nas nacionais. Nathan tinha treinos diários e chegava a casa sempre a horas tardias e de rastos.

Thomas e Garey naquela mesma altura começaram a ausentar-se durante muito tempo devido a um novo projecto químico/farmacêutico que a empresa de Thomas estava a desenvolver e por isso a hora da refeição era extremamente aborrecida sem o diálogo entusiástico de ambos. O esforço de Letizia para lidar com o silêncio era notável; mas não havia nada que tornasse aquelas horas mais animadas. Nathan era homem de poucas palavras, Ellen vivia no seu próprio mundo de futilidade e Louise, embora apreciando o silêncio da sua bolha enquanto distraidamente observava Nathan, simpaticamente dava-lhe um pouco da sua atenção.

Nathan levantou-se da mesa em silêncio com um ar extremamente cansado. Arrumou a cadeira e pegou no prato para o arrumar no lava-loiça, quando as mãos de Louise o detiveram. Ele respirou fundo e levantou os olhos para a rapariga que lhe sorriu. Ellen parecia surpresa com a intimidade entre ambos e Letizia sorria realmente expectante. Se havia alguém que torcia por ambos era ela; mas Louise perguntava-se se aquilo na eram apenas fantasias da sua própria cabeça.

- Eu arrumo, vai descansar. – Disse-lhe simpaticamente, saltitando até ele. Desviou-lhe as mãos da loiça e sorriu abertamente, fazendo-o coçar a cabeça. – Calculo que estejas cansado e parece-me que tens um jogo importante amanhã à noite, por isso, vai dormir.

- Ahm…! – Nathan parecia estupefacto. Será que bateu com a cabeça? Perguntava-se. – Está bem.

Encolheu os ombros e virou-se para sair. Louise torceu o nariz e mordeu o lábio inferior um pouco irritada com a sua frieza imparcial, como se aquela fosse sua obrigação. Machista! Pensou, sentindo-se tentada a gritar-lhe.

- Hey! – Ergueu a voz e apontou-lhe um dedo. – De nada.

- O quê? – Perguntou Nathan, sorrindo cinicamente, antes de espreitar por cima do ombro. Sabia perfeitamente a que se referia ela; mas aquela era a única forma que conhecia de lidar com ela. Deixava-os distantes e protegia-o do desconhecido. – Não disseste para ir dormir?

Louise remoeu baixinho, sentindo o rosto inflamar de irritação. A sua prepotência realmente fazia-a perder as estribeiras. Tinha-se oferecido para arrumar a sua loiça; mas não era sua criada… um agradecimento parecia-lhe sensato.

Nathan, porém sentia-se verdadeiramente confortável com aquele tipo de confronto entre ambos. Estava até tentado a rir-se; mas isso despoletaria uma guerra de palavras desnecessária entre ambos. Não conseguia explicar o motivo que o levava a provocá-la; mas sabia que quando o fazia, algo dentro de si parecia ganhar vida. Por mais perturbador que fosse, por mais incapaz que se sentisse em lidar com aquela novidade emotiva, não conseguia abdicar daquele tipo de provocações.

- Disse! – Exclamou. – Mas podias pelo menos agradecer-me.

- Ó isso. – Disse com um meio sorriso tendencioso. – Eu dei-te um tecto, ajudei-te a recuperar as notas, no mínimo deves-me isso certo? – Riu. Com um aceno, virou-se para sair. – Até amanhã.

- Tu… Tu… - Guinchou, cerrando os dentes e os punhos.

De olhos arregalados e a ferver de irritação deu dois passos atrás dele com a intenção de o seguir para lhe gritar o seu descontentamento; mas algo a deteve. Ele jamais voltaria atrás nas suas palavras, essa era a verdade e por isso, seria perda de tempo revelar-lhe o seu desagrado.

Letizia aproximou-se e amarrou-a pelos ombros delicadamente, acarinhando-a com um sorriso maternal. Ela conseguia ver as coisas de uma perspectiva absolutamente diferente da sua; mas isso não apaziguava o seu amago ferido. Nathan era um verdadeiro imbecil quando assim o entendia.

- Releva querida. – Disse-lhe Letizia. – Ele diz essas coisas de forma intencional; mas cá entre nós… essas atitudes revelam apenas a sua inaptidão para lidar com aquilo que verdadeiramente sente.

Louise silenciou-se. Aquela parecia conversa para boi dormir; mas… também a fazia questionar a veracidade das palavras de Letizia. Parte de si gostava de acreditar que sim; mas Nathan sabia como confundi-la. Num instante era simpático e atencioso, no outro instante estava a provocá-la e a dizer-lhe despautérios como aquele.

- O Nathan inapto? – Aquilo parecia-lhe um absurdo.

- Até os génios têm as suas dificuldades, querida. – Disse Letizia. – Vá ajuda-me com a loiça e depois podes ir descansar.

A rapariga abanou a cabeça e recolheu a loiça da mesa para a levar para a cozinha. Ellen refastelara-se no sofá a ver um programa de moda e novas tendências na televisão sem que ninguém desse conta e à semelhança de Nathan deixou a sua loiça na mesa para que a arrumasse também. Com um suspiro levou tudo para a cozinha. Letizia lavava e ela enxugava, por ser mais prático e mais rápido daquele jeito. Estava a terminar de enxugar o último prato quando Letizia a abordou inesperadamente com uma conversa que a deixou meio encabulada.

- Gostava que te tornasses minha filha! – Exclamou distraída, enquanto limpava o fogão.

Louise parou o que fazia um pouco confusa com a revelação, que sob forma alguma entendia.

- Não percebo. – Disse lentamente através de uma gargalhada nervosa. – Quer adoptar-me?

- Não tola. – Letizia riu e mirou-a por cima do ombro com um entusiasmo verdadeiramente peculiar. – Quero que te cases com o Nate, dessa forma serias minha filha. Estou a torcer por vocês.

Louise gargalhou um pouco nervosa. Sentia-se verdadeiramente sem jeito diante daquela confissão. Dificilmente se sentiria apta para conquistar a atenção de Nathan. A convivência entre ambos resumia-se ao essencial, como é que poderia permitir-se a conquistar o coração de alguém assim? Aquele seu desejo por muito feliz que a fizesse, talvez nunca se tornasse realidade. Depois era ainda muito nova para pensar em casar.

- Eu e ele? – Tartamudeou baixinho. – Era mais fácil ganhar um jogo na Xbox que conquistá-lo. Além de que, quem é que gosta dele mesmo? – Disse, encolhendo os ombros falsamente descontraída.

Letizia riu e aproximou-se divertida.

- Não sei! – Exclamou. – Diz-me tu.

- Ahm… impossível. – Disparou nervosa. Se confessasse agora, jamais poderia retirar o que quer que dissesse. – Se já terminámos aqui, vou dormir.

- Atém amanhã querida, boa noite.

Louise balançou a cabeça e seguiu para o quarto apressadamente. Deitada de costas na cama, por instantes, reflectiu naquela conversa disparatada. Após um longo período de ponderação chegou á conclusão de que a abordagem de Letizia não era de todo despropositada. A bem dizer, e agora que dedicara algum do seu tempo a pensar no assunto, se não fizesse saber o que sentia dali a um ano poderia ser tarde. Tornava-se mais do que óbvio que Nathan tinha objectivos diferentes dos seus. A probabilidade de serem colocados na mesma universidade era nula. Assim, um sentimento de incerteza e tristeza invadiram-na por instantes. Se perdesse aquela oportunidade, talvez o arrependimento fizessem dela uma pessoa frustrada no futuro.

Quando saiu de Jacksonville, jamais imaginaria que Nova Iorque lhe acrescentaria algo novo e refrescante. Um amor. Um amor, que com alguma tristeza lhe parecia mais um contrato vitalício unilateral. Por isso, relembrando detalhadamente a conversa que tivera com Blake e Claire dias antes, decidiu que para evitar arrependimentos futuros deveria investir numa declaração. Ainda que fosse minimalista e simples, a intenção sincera era o mais importante.

Naquela noite, Louise não dormiu, limitando-se a colocar em prática a sugestão dada por Blake e Claire. Por isso, agarrou numa folha de papel e numa caneta e sentada no chão em frente à mesinha, aproveitou o silêncio da madrugada para escrever a prosa sincera que urgia em gritos sufocados no seu peito. À hora habitual sentiu movimentos no corredor. Estava na hora de se arrumar para o colégio e sentia-se cansada, porém, satisfeita com o resultado que obtivera na redação da declaração para Nathan. Espreguiçou-se até ouvir os ossos estalar e com um sorriso espontâneo e natural levantou-se para ir tomar banho.

Estando a casa de banho ocupada pelo próprio Nathan, achou que aquela era uma óptima oportunidade para esgueirar-se às escondidas até ao seu quarto e entregar-lhe a declaração. A coragem que reunira para a escrever não era suficiente para lha entregar pessoalmente. Entrou de fininho e escondeu-a no meio da revista mensal – Forbes, que ele adquirira no dia anterior e transportava na mala para a ler nos tempos livres a par dos seus livros de leitura difícil. Em silêncio saiu a tempo de o ver sair da casa de banho. Parou muito séria em frente á porta do quarto dele, vendo-o analisá-la com um interesse peculiar.

Nathan cruzou os braços sobre o peito e aproximou-se com uma expressão séria, porém, indecifrável e inclinou-se, deixando o rosto ao nível do da rapariga, mirando-a atentamente. Louise era dona de um universo confuso de características que ele aos poucos decifrava. Não se dizia propriamente agradado de todas; mas aquela que particularmente o fazia querer protegê-la e ao mesmo tempo aproveitar-se para desdenhar era aquela sua aparente inocência e incapacidade para esconder algum tipo de travessura que acabara de cometer. Por isso, abusando ligeiramente da proximidade que obtivera, mirou-a nos olhos, fazendo-a engolir em seco.

- O que foi? – Perguntou intrepidamente. – Porque é que estás a olhar para mim assim?

- Hum…! Ocorreu-me perguntar-te… – Fez uma pausa pensativo. – Estás com um ar suspeito. O que é que estás a fazer junto ao meu quarto? – Perguntou sem rodeios.

Louise engasgou-se com a própria saliva e com um movimento subtil desviou-se e fintou-o com uma ligeira e despropositada cabeçada no rosto. Nathan coçou o queixo com um esgar dolorido e rosnou-lhe despautérios, que a deixaram embaraçada.

- Não fiz de propósito. – Resmungou em retorno.

- Fica longe de mim, és uma carga de trabalhos. – Rosnou-lhe. – Só me causas problemas e embaraços.

E entrou no quarto, deixando-a pendurada do outro lado. Louise sentiu-se ligeiramente humilhada, porém, não havia nela arrependimento algum. Aquele pedaço de papel que lhe deixara evidenciava o afecto que tinha por uma versão raramente conhecida de Nathan; mas que por diversas vezes ele partilhara consigo.

Ele era frio e imparcial como um iceberg no ártico e Louise detestava aquele tratamento cruel; mas acreditava que talvez aquela não fosse a sua verdadeira essência e estava mais do que disposta a desvendar o mistério que se escondia por detrás de tanto azedume. Nathan era igualmente uma pessoa rígida e exigente, principalmente quando o assunto era trabalho ou estudos, por não gostar de perder tempo com futilidades exigia dos outros tanto quanto exigia de si mesmo. Embora essa posição deixasse Louise verdadeiramente desconfortável, sabia reconhecer que se assim não fosse jamais se sentiria estimulada a investir nos seus objectivos para o futuro.

De qualquer forma, Nathan também sabia ser gentil e atencioso e era esse lado dele que a conquistava. Respirou fundo e correu para a casa de banho para se arranjar.

Já de farda vestida e de mala às costas passou na cozinha para apanhar uma torrada e sair a correr. Havia dias em que não esperava por Nathan, e aquele era um deles. Aquele confronto matinal estava na origem daquela sua pressa; mas não era o que a motivava. Recentemente descobrira o que queria fazer no futuro e se quisesse tornar-se brilhante era tempo de investir um pouco mais nos livros. Por isso, havia dias que em chegava com uma hora de antecedência para estudar e recolher informações a respeito da formação académica dali a um ano.

- Lou! – Exclamou Garey preocupado, detendo-a junto à porta da cozinha. – Isso não é pequeno-almoço de gente.

Louise sorriu.

- Não tenho tempo para mais. – Desculpou-se.

Estou de volta com mais um capítulo e com mais um ano desde a última vez. Estive ausente é verdade; mas ainda não tinha o capítulo como queria. Agora já o revi e até já avancei mais um pouco no próximo. Xiéxié ni

publicado por a.nee às 17:10
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2 comentários:
De sacha hart a 24 de Fevereiro de 2015 às 17:28
Como as coisas vão! Eles  ainda nem namoram e a mãe do Nathan já fala em casamento.
Adoro ler a intriga do Nathan em relação a ela. É um sabichão em tudo mais, mas nãos descortina o que sente nem o que fazer com Louise. é bastante amoroso! 
Espero que esta carta resulte mesmo! Estou a torcer por eles os dois!
beijinhos ^^


De • Smartie a 28 de Fevereiro de 2015 às 23:49
O Nathan bem que se arma em durão mas no fundo isso é apenas fachada porque ele não sabe como lidar com a Louise e com o que sente por ela :) Isso é mesmo muito querido *-*
Adoro a Letizia, já a falar de casamento e tudo, ahah xD
Espero que a carta dela dê (pelo menos algum) resultado, estou muito curiosa para saber o que aí vem a seguir ^-^
Mais, mais! :D
Beijinhos*


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The Only Exception


Nathan Vanderbilt tinha uma vida normal - até ao dia em que conheceu o seu pior pesadelo: Louise McKenzie. Sério, frio, calculista, prepotente e irrepreensivelmente inteligente e popular no colégio; enquanto Louise não passa de uma rapariga normal com notas medíocres; sonhadora, sensível, intensa e verdadeira espera reunir as condições necessárias para se aproximar do coração enregelado do filho mais velho dos Vanderbilt a quem nunca nenhuma namorada se lhe conheceu. Numa luta interior constante, Nathan irá perceber que não tem como fugir á realidade, à novidade e aquilo que sente pela filha do melhor amigo do pai.

SOBRE A HISTÓRIA.


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Ana. 29 anos. Licenciada em Engenharia Informática. Seguros. Música. Ler. Escrever. 30 Seconds To Mars. Aaron Yan. Muse. Linkin Park. Green Day. Three Days Grace. Snow Patrol. Kings Of Leon. Paramore. Game Of Thrones. Switched At Birth. Suits. Once Upon a Time. Teen Wolf. Heart Of Dixie. Covert Affairs. Arrow. The Flash. Bones. Hawaii Five-O. Nashville. The Fosters. KDrama.


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