Deep below,
Each word gets lost in the echo
Segunda-feira, 30 de Março de 2015

The Only Exception | 23

Após uma noite intensa e um jogo de Lacrosse verdadeiramente atribulado, Nathan regressou a casa com Thomas. O pai adormecera, recostado confortavelmente no banco a meio do caminho e nem se apercebera de que já haviam chegado. Nathan, por sua vez, agradecia o silêncio e o momento de reflexão que a sua ausência lhe permitira desfrutar no regresso a casa. Estava calmo; mas nem por isso menos pressionado pela culpa que sentia. Ainda com as mãos agarradas ao volante, inclinou a cabeça e encostou-a no mesmo com um suspiro pesaroso.

Aquele carrossel de emoções era suposto diverti-lo; mas por se tornar tão estranho sentia-se como um peixe fora de água.

- Pai… – Murmurou ao erguer-se, abanicando-o levemente. – Já chegámos.

- Ó! Nem dei conta, estou exausto.

- Eu sei, vamos. – Disse sorumbaticamente, abrindo a porta para sair. No entanto, a mão de Thomas prendeu-o por instantes. Parecia não ter esquecido o assunto que o incomodava. – Pai! – Exclamou quase que a suplicar-lhe para que não tocasse naquele assunto.

- Eu sei, eu sei que não gostas de falar e expor o que te incomoda; mas deixa-me perguntar-te… - Começou por dizer. Nathan suspirou e revirou os olhos. – O que é que aquela rapariga representa para ti?

A pergunta fez Nathan engolir em seco, sem no entanto, perder a postura imparcial, discreta e inexpressiva habitual. Perguntava-se como poderia ele perguntar-lhe algo tão pessoal. Nem ele sabia a resposta aquela pergunta, quer dizer, achava que não. Era mais fácil ludibriar-se para encobrir as ideias loucas do seu próprio cérebro.

- Uma carga de trabalhos. – Murmurou firmemente, sem coragem de olhar para o pai. Ele descobriria rapidamente o seu maior segredo se o fizesse.

Thomas gargalhou roucamente.

- Talvez um dia descubras que não sabes viver sem essa carga de trabalho, esperemos que não seja tarde demais. – Refutou, saindo do carro a rir. Obviamente não acreditava inteiramente naquela sua justificação. – Não te deites tarde, amanhã é dia de escola.

Nathan permaneceu imóvel e em silêncio vendo o pai entrar em casa com um sorriso divertido. Perguntava-se quanto daquela afirmação sem graça seria verdade ou se porventura não se trataria de uma utopia barata que o seu próprio pai lhe tentava impingir. Com um suspiro cansado, abandonou o carro de saco às costas depois de o trancar e entrou em casa. Parou no hall de entrada e o seu primeiro instinto foi olhar para o cimo das escadas. Não conseguia esquecê-la, ou esquecer as lágrimas, que a fizera derramar. Rumou então até à sala. Atirou o saco para um canto e deixou-se cair de costas no sofá.

Pernoitou ali até bem perto da hora de se levantar para ir para o colégio e só acordara porque sentira passos no soalho. Eram de uma leveza tal que quase podia jurar que dançavam ou flutuavam sobra o pavimento. Esfregou os olhos e olhou para a porta da rua, vendo Louise esgueirar-se mais cedo do que o habitual, talvez com o intuito de não se cruzar consigo. Um baque ensurdecedor no peito quase que o fez escorregar do sofá para o chão. Aquele assunto tornara-se demasiado sério e não sabia, por muito inteligente que fosse, como poderia solucionar aquela situação.

 

* * * *

 

O fim de mais um ano lectivo chegara finalmente e todos pareciam ter verdadeiros planos entusiásticos para aquele Verão. Todos, excepto Louise. Desde aquele episódio infeliz com Nathan que metera a cara nos livros a fim de recuperar as notas e os resultados foram além das suas míseras expectativas. Ainda diante do placar que exibia as notas finais dos exames Louise parecia satisfeita como o seu próprio desempenho. Via, por fim, o seu grande objectivo mais perto de si.

- Parabéns. – O timbre rouco e monocórdico era-lhe familiar.

Olhou para os pés e manteve o silêncio por instantes. Havia já algum tempo que o evitava, cumprira a sua promessa; mas por algum motivo Nathan parecia cercá-la há já algumas semanas. Sentira-se muitas vezes tentada a ceder, tão tentada como naquele instante; mas não se permitia com medo de se ferir mais uma vez.

- Obrigado. – Murmurou secamente, rodando sobre os pés para sair do átrio.

- A turma vai reunir-se para jantar. – Disse ele, numa tentativa pouco usual de chamar a sua atenção.

Louise parou sem reagir de imediato; mas a resposta que tinha para lhe dar não era diferente de todas as outras.

- Não tenho apetite. E também não pretendo causar distúrbios digestivos a ninguém. – Respondeu friamente, laçando um pé atrás do outro para o deixar só.

Porém, tão rápido como uma flecha Nathan aproximou-se e amarrou-a sem lhe dar tempo de reagir à sua investida e suspendeu o peso diminuto da rapariga num dos seus ombros, amarfanhando-lhe as pernas com as mãos sem a magoar, para que não caísse. Louise guinchou verdadeiramente escandalizada com aquela reacção peculiar. Esperneou por instantes, chamou-lhe todos os nomes que lhe vieram à cabeça e nem assim se viu livre das suas mãos ou dos seus braços ou do aconchego do seu corpo cheio de força e energia.

- Põe-me no chão. – Gritou-lhe.

- Porque haveria de o fazer? – Disse monocordicamente. A sua postura desinteressada e passo firme, era deveras irritante.

A caminhada que fizera com ela às costas não o fizera perder aquela sua pose irreverente, calculista ou a congruência dos seus traços inexpressivos.

- Porque te estou a pedir. – Murmurou-lhe derrotada.

Desistia. Simplesmente desistia de tentar descer das suas costas, ele jamais a deixaria partir de livre e espontânea vontade. Nathan deixou escapar um sorriso enviusado e divertido. Aquela sua relação cheia de imperfeições revelava uma parte de si que desconhecia existir. Talvez por isso, o incomodasse profundamente a ausência de Louise e dos seus impropérios de fazer revirar os olhos de tão idiotas que eram. Por outro lado… Nathan jamais se atreveria a confessar que tinha necessidade de a ter por perto. Era sobredotado em muitas coisas; mas na arte de amar outro ser sentia-se um verdadeiro fiasco. Louise não. Louise não era sobredotada em muitas frentes; mas naquela ela levava uma vantagem significativa sobre Nathan.

- Boa tentativa. – Retrucou divertido, remetendo-se ao silêncio posteriormente.

Carregou-a às costas num silêncio cortante até chegar ao The Standard Grill, o restaurante que tinham reservado para aquele dia em particular. Pousou-a no chão quando entrou no salão, indiferente aos comentários e olhares curiosos. Louise bufou desconcertada, com vontade de lhe gritar. Aquela sua atitude era infantil e disparatada para alguém como ele. Lançou-lhe os punhos ao peito para lhe bater; mas os reflexos do rapaz sempre se revelariam uteis e muito perspicazes e por isso o seu intento foi de imediato aplacado.

- Tu… tu… – Tartamudeava ainda em descrédito e embaraçada pela forma como ali chegara. – És detestável. – Cuspiu irritada.

Nathan mirou-a muito sério, tentado a rir perante tão falsa acusação. Aproximou-se lentamente e inclinou-se para lhe segredar ao ouvido.

- Tens a certeza do que estás a dizer?

- Hum? – Guinchou, afastando-o com um safanão brusco. – Claro que tenho. Uma pessoa insensível e fria como tu não poderia ser classificada de outra maneira.

- Ó! – Exclamou divertido, escondendo as mãos nos bolsos das calças da farda do colégio. Deu-lhe as costas para se juntar aos amigos que o esperavam do outro lado do salão. – Vamos fingir que por instantes eu acredito. – Retrucou antes de se ausentar, fazendo-a contorcer-se de irritação. Podia sentir o ardor do olhar dela nas suas costas. – Agora… creio que os teus amigos estão à tua espera.

A troca de palavras intensa e acesa era para Nathan melhor do que o silêncio eterno da rapariga. Estava consciente de que não era suficiente uma noite para que tudo voltasse ao seu suposto estado normal; mas estava disposto a arriscar um pouco da sua reputação para reaver o que perdera anteriormente.

Louise baixou o rosto com um suspiro pesaroso e rodou sobre os pés para procurar o canto mais afastado. Sentir que o salão inteiro a observava como se esperasse um infortúnio seu era desconfortável.

- Ora, ora. – Era a voz de Blake no seu estado mais divertido, Louise quase que podia adivinhar o que ela lhe iria dizer a seguir.

Atrás dela veio Claire e um Zac inexpressivo.

- O que foi? – Perguntou infantilmente, olhando para os três.

- Pensei que ias estudar. – Disparou Zac enfadado. – Ou o convite do génio é mais aliciante que o nosso?

Louise esbugalhou os olhos.

- Costumas dizer disparates; mas esse… - Respondeu aborrecida, aproximando-se do amigo. – Fica sabendo que o meu objectivo era realmente estudar; mas não me deixaram e fui coagida a vir. Se soubesses a vontade…!

- Eu estava a brincar. – Retrucou Zac com um sorriso divertido. Claro que a entrada pouco elegante da rapariga no restaurante não lhe agradara nem um pouco. Na verdade, sentiu um nó no estômago ao vê-la embrenhada nos braços de Nathan; mas sentia-se igualmente feliz por tê-la ali a desfrutar da companhia de todos eles. – Vamos sentar-nos?

Louise abanou a cabeça e seguiu-o de perto. Claire e Blake aproximaram-se e segredaram-lhe com entusiasmo sobre a sua entrada caricata no restaurante, seguindo atrás de Zac igualmente.

- Parem com isso. – Resmungou por entre dentes. – Eu não consigo entender o que se passou até agora. Acho que ele é bipolar.

Blake riu estridentemente.

- Bipolar ou não, certo é que não abdicou da tua presença hoje no jantar de fim de ano. – Disse Claire. Blake concordou.

- Mas o mais estranho é que o Nathan nunca vem aos jantares de turma, raramente se mistura. – Murmurou pensativa, atraindo a atenção de Louise para si. – Estou até agora a tentar perceber o que é que o fez mudar de ideias este ano.

No instante a seguir o olhar de Blake e Claire cruzou o ar e diante de uma Louise verdadeiramente estática e interrogativa, quase rebolaram no chão a rir, fazendo com que a turma inteira focasse a atenção nas três.

- Sch. – Murmurava Louise tentando calá-las. - O que é que vocês estão a sugerir, hum? – Perguntou intrigada num sussurro quase inaudível.

Ao pararem junto da mesa que lhes fora destinada, Blake e Claire distribuíram-se pelos seus respectivos lugares; mas não sem antes lhe darem a conhecer a opinião que ambas partilhavam.

- Que és tu o motivo de ele estar aqui este ano. – Disse Blake.

E com isso sentou-se. Encabulada, com o rosto enfeitado por duas rosetas e vibrante de ardor Louise sentou-se. Perdida nos seus pensamentos não prestou atenção nos comentários que se seguiram, o tema tinha felizmente mudado. O que a perturbava naquele instante era mais importante que qualquer outro assunto banal depois de uma revelação daquelas, quer dizer, quem é que no seu perfeito juízo iria acreditar que Nathan Vanderbilt fizera questão de participar naquele tipo de celebração pela primeira vez apenas por via de si. Era uma ideia triste e inconcebível. Recusava-se a alimentar aquele tipo de pensamento. O jantar foi servido às oito e após a refeição seguiram-se momentos de convívio e brincadeiras típicas de adolescentes sem hora de regressar a casa.

Louise não se afastou da mesa em momento algum, o seu humor não estava nada simpático, e se pudesse teria passado o jantar. Infelizmente fora algo que não conseguira fazer. Parte da sua noite foi passada sozinha, jamais impediria os amigos de se divertirem. Não fazia questão de partilhar com eles o seu humor sarcástico e aborrecido, eles não mereciam uma noite infeliz por via de si.

Foi então que uma risada rouca e pouco comum de se ouvir chamou a sua atenção. Levantou os olhos para um dos cantos da sala e viu Nathan divertido. Aquele momento era qualquer coisa de muito raro, devia até ser registado. O tempo que permaneceu imóvel a olhar naquela mesma direcção era-lhe desconhecido, perdera a noção; mas sentiu-se estranha quando os olhos dele atravessaram a sala e a encontraram. Sinal de que se sentia claramente observado.

Louise baixou os olhos para a mesa e remexeu a comida no prato com o garfo embaraçada; mas não arrependida por instantes. O seu apetite voraz diminuíra, fazia muito tempo e naquela noite em particular, não tinha simplesmente vontade de trincar o que quer que fosse. Levantou-se e num passo trémulo dirigiu-se ao exterior do restaurante agora praticamente vazio. Apenas eles estavam ali aquela altura e como tal, também as mesas na esplanada arranjada e atrativa onde ela agora chegava para se sentar e apanhar um pouco do ar fresco da noite estavam vazias.

Com um suspiro cansado fechou os olhos por instantes. Sentia-se fraca fisicamente e psicologicamente afectada por Nathan e por todo aquele carrossel de emoções que os espezinhava a ambos. Não queria pensar nele; mas querer não era poder e não tendo nada melhor com que se distrair acabava irremediavelmente por divagar nas memórias que guardava dele.

- O objectivo de um jantar é comer, sabias?

A voz de Nathan tão perto de si fê-la pinchar na cadeira tanto de susto como de surpresa. Abriu os olhos muito rápido e deu com ele sentado numa cadeira à sua frente. Quando olhou para a mesa tinha também um prato com um pedaço de tarte de maçã que ele curiosamente sabia ser a sua favorita.

- Não sei porque te importas. – Protestou friamente, cruzando os braços sobre o peito e inclinando a cabeça para o céu escuro e estrelado de Nova Iorque.

Nathan sorriu enviusado. Ele também não sabia. Ou preferia fazer de conta que não sabia.

- Come. – Disse muito sério.

- Não quero. – Retrucou com um suspiro enfadado.

O rapaz deixou escapar uma interjeição e levantou-se para ocupar logo depois uma cadeira junto a ela. Louise virou o rosto para ele surpreendendo-se com a estranha proximidade entre ambos. Havia uma linha muito fina e ténue, aquela altura entre o rosto dele e o seu.

- Vais fazer-me dar-te à boca o pedaço de tarte. Convenhamos, seria humilhante… para mim, é claro. – Disse divertido, deixando-a de boca aberta com tamanha prepotência.

- Não te convidei a seguires-me, nem a me trazeres comida. – Revidou num tom azedo igualmente prepotente que o deixou pouco ou nada perplexo.

Louise estava ligeiramente diferente e algo lhe dizia que essa mudança se devia ao seu comportamento pouco viável anteriormente. De qualquer forma, não a depreciava por isso. A definição do seu caracter era interessante embora se recusasse a admiti-lo.

- É verdade; mas a minha mãe fez-me prometer que cuidava de ti durante o jantar. – Disse.

- Eu não preciso dos teus cuidados ou da tua piedade Nathan. – Gritou-lhe irritada, erguendo-se na cadeira. – Eu prometi ficar longe de ti e acho que desempenhei o meu papel muito bem até ao momento, porque é que insistes nestes confrontos? Eu sei que não passo de um peso morto para ti, essa é a verdade; e eu estou a tentar aliviar esse peso. Agora faz-me um favor e alivia a minha carga também, deixa-me em paz.

Jamais se imaginaria envolvida numa discussão acesa com Nathan novamente. Jamais pensara que um dia pudesse levantar-lhe a voz daquela forma, sem receber troco; mas fora o que acontecera. Ele mantivera a sua pose imparcial e aquele seu ar inexpressivo o tempo todo como se esperasse aquele momento há já algum tempo. O que mais a irritava não era a provocação ou a sua impertinência usual, naquele momento a desculpa esfarrapada que usara como escudo para a estar a importunar ou para a arrastar para aquele estúpido jantar simplesmente não fazia sentido. Letizia. Letizia. A mãe dele não podia servir de desculpa para tudo quanto fazia em seu favor, não aceitava de forma nenhuma. Sabia que ela se preocupava consigo; mas não conseguia imaginá-la a abrigar Nathan a cuidar de si sem ter a mínima vontade de o fazer.

Um, dois passos na direcção da porta do restaurante para voltar a entrar foi o suficiente para perceber que não estava bem. Cambaleou por instantes, sentindo o corpo desfalecer. Com um ar triunfante, Nathan aproximou-se para a segurar e evitar uma queda aparatosa, sentando-a de novo à mesa.

- Come. – Insistiu novamente. – Não o faças para me agradar, fá-lo porque realmente precisas. Ou estás numa dieta rigorosa que me é desconhecida? – Perguntou de sobrolho erguido.

- Não! – Exclamou baixinho aborrecidamente. Pegou no garfo e tricou o pedaço de tarte até ao fim. – Satisfeito? – Perguntou sarcasticamente.

- Nem um pouco. – Respondeu taciturnamente. – Mas pelo menos tens algo no estômago.

 

Acabei de guardar a última publicação nos rascunhos. Coisa estranha. Sem querer óbvio. Já voltei a restabelecer a ordem na casa e o capítulo 22 foi reposto. Pergunto-me se vos aparece de novo nas leituras. Again, coisa estranha. Bom, vamos ao que importa, o capítulo 23. Escrevi metade dele na segunda-feira passada, depois adiantei mais qualquer coisita a meio da semana; mas não consegui terminá-lo a tempo de o publicar no fim de semana. Terminei-o agora, por isso é fresquinho, fresquinho. PS: Esta semana vou tirar férias, não é fantástico? E vou inscrever-me para tirar a carta de condução na quinta-feira não é igualmente fantástico? [risos] Já não era sem tempo. Obrigado pelo feedback.

publicado por a.nee às 21:13
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3 comentários:
De ztiluak a 30 de Março de 2015 às 22:13
Parece que vim mesmo a tempo para ler o capítulo acabadinho de sair :  <br >Juro que passei o tempo todo a espera de ler um beijo ou um abraço entre eles. A tua história é tão boa porque isso ainda não aconteceu, consegues criar um suspense perfeito que me faz querer ler cada vez mais  <br ><br ><br >Boa sorte com a carta de condução, vais ver que é fácil :D


De • Smartie a 31 de Março de 2015 às 22:15
Olá :)
Realmente, a reacção da Louise é completamente justificada...ele é extremamente inconstante no que toca a ela, ora está preocupado ora está a tratá-la mal :\ Eu percebo que é por não saber como agir para com ela devido ao que sente, mas mesmo assim :3 Vamos lá ver no que é que isto vai dar ^^ Mais, mais *-*
E já agora, boas férias e boa sorte para a carta de condução! :D
Beijinhos*


De sacha hart a 2 de Abril de 2015 às 18:49
Adorei o confronto da Louise com o Nathan. Foi bom ela mostrar-lhe um pouco mais do seu carácter. Pode ser que assim ele comece a mudar de ideias, se é que isso já não aconteceu.
Beijinhos ^^


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The Only Exception


Nathan Vanderbilt tinha uma vida normal - até ao dia em que conheceu o seu pior pesadelo: Louise McKenzie. Sério, frio, calculista, prepotente e irrepreensivelmente inteligente e popular no colégio; enquanto Louise não passa de uma rapariga normal com notas medíocres; sonhadora, sensível, intensa e verdadeira espera reunir as condições necessárias para se aproximar do coração enregelado do filho mais velho dos Vanderbilt a quem nunca nenhuma namorada se lhe conheceu. Numa luta interior constante, Nathan irá perceber que não tem como fugir á realidade, à novidade e aquilo que sente pela filha do melhor amigo do pai.

SOBRE A HISTÓRIA.


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Ana. 29 anos. Licenciada em Engenharia Informática. Seguros. Música. Ler. Escrever. 30 Seconds To Mars. Aaron Yan. Muse. Linkin Park. Green Day. Three Days Grace. Snow Patrol. Kings Of Leon. Paramore. Game Of Thrones. Switched At Birth. Suits. Once Upon a Time. Teen Wolf. Heart Of Dixie. Covert Affairs. Arrow. The Flash. Bones. Hawaii Five-O. Nashville. The Fosters. KDrama.


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