Deep below,
Each word gets lost in the echo
Sexta-feira, 3 de Abril de 2015

The Only Exception | 24

Aquele momento de intimidade estranha em que nenhum deles se dava a conhecer por inteiro pareceu durar uma eternidade. Refastelada na cadeira sob o olhar atento de Nathan, Louise suspirou constrangida. Sentia-se grata por aquele pequeno momento de particular atenção; mas sabia que jamais se poderia ajustar ou habituar a tê-los o tempo todo.

De repente a porta abriu de rompante, fazendo-os olhar apreensivamente. Era Jake. Nathan revirou os olhos, geralmente quando Jake aparecia agitado daquela forma o tema eram ambos, ele e Louise. Perguntava-se o que raio, haveria acontecido agora. De qualquer forma, algo lhe dizia que não ia gostar.

- Bro, não vais acreditar nisto. – Disse a rir.

Nathan ergueu-se enfadado e de mãos nos bolsos aproximou-se.

- Acreditar em quê? – Perguntou falsamente interessado.

- Sabes aquela Forbes que me emprestaste? – Perguntou. Nathan aquiesceu com a cabeça, estranhando no entanto, o seu comportamento. Perguntava-se aquela altura sobre o que é que lhe poderia ter escapado quando lera pela primeira vez a revista e que o estava a deixar tão divertido. – Não vais acreditar naquilo que eu encontrei.

Louise tossicou aflita, fazendo ambos os rapazes olharem para si. Naquele momento, ocorreu-lhe algo interessante. Algo igualmente embaraçoso e que agora se arrependia amargamente de ter escrito e entregue. Jake piscou-lhe o olho e ela revirou os olhos com um esgar enjoado.

- Estás a aborrecer-me Jake, o que foi que encontraste?

- Ó! Tens de vir ver com os teus próprios olhos. – Disse, convidando-o a entrar com uma gargalhada.

Nathan entrou atrás de Jake aborrecido e impaciente, com Louise no encalço de ambos. Tinha de confirmar as suas suspeitas. Quando chegaram ao salão o reboliço e as gargalhadas jocosas assemelharam-se a uma queda aparatosa e vergonhosa. Claire e Blake abordaram-na de imediato, arrastando-a até ao fundo da sala, perto da porta de saída.

- Nem acredito que foste capaz de o fazer. – Dizia Blake.

- Admiro a tua coragem. – Prosseguiu Claire entusiasmada.

Louise olhava para as duas de olhos arregalados, espreitando volta e meia por cima dos ombros de ambas para perceber como seria a reacção de Nathan.

- Louise! – Exclamou Blake ao aperceber-se de que não lhe prestava atenção.

- Hum! – Murmurou distraída. – O que foi?

Claire riu divertida.

- A carta criatura. Escreveste mesmo a carta.

- E não há nada de que mais me arrependa. – Murmurou, espreitando novamente por cima do ombro de ambas. Nathan tinha acabado de arrancar o pedaço de papel das mãos de Raphael e perscrutava-o agora atentamente com um sorriso cínico nos lábios. – Isto não vai correr nada bem. – Disse, engolindo em seco quando o olhar de Nathan cruzou a sala para a encontrar.

- Ó, o pior que pode acontecer é ele gritar-te outra vez. - Respondeu Blake com aquele seu ar natural, como se aquela reacção fosse sempre algo previsível de acontecer.

Da sua perspectiva não era o pior; mas sabia que cada um daqueles confrontos deixava em si uma marca desconfortável e aprimorava a ideia de que Nathan não passava de um sonho impossível.

- Uma rapariga pode sonhar ou não? – Perguntou Nathan em voz alta, não recebendo resposta em retorno.

Contudo, ele sabia perfeitamente o que todos queriam ouvir e ele não era estúpido a ponto de se entregar apenas porque ela havia confessado num pedaço de papel gostar dele. Aqueles sentimentos, ele não podia retornar. Ainda não era claro para si o que queria fazer e qual a importância dela na sua vida.

- Isso não responde à pergunta que todos queremos resposta. – Replicou Raphael.

- Existe alguma coisa entre ti e a novata? - Perguntou Jake.

Nathan riu. Sentia-se nervoso e importunado com aquela situação, embora o seu exterior fosse pacífico e não denunciasse o carrossel de emoções que estava a sentir agora.

- Que pergunta ridícula, como se isso algum dia fosse possível. – Protestou. – Eu não gosto de raparigas estúpidas. Não estou interessado em relacionamentos infantis ou nela sequer.

Jake e Raphael entreolharam-se debaixo de uma chuva de mexericos agradados. Com Louise fora de campo a esperança das restantes raparigas que continuavam a suspirar por Nathan crescia. A reacção dura e crua de Nathan fez Louise balançar. Naquele instante não se sentia forte o suficiente para oprimir a realidade que se abatera tão repentinamente sobre si. A engolir em seco as lágrimas penduradas por finos rasgos de dor, rodou sobre os pés para sair.

- Louise! – Exclamaram Claire e Blake em simultâneo.

- Eu preciso ficar sozinha. Desculpem. – Murmurou. – Mas desejo-vos umas excelentes férias nos Hamptons.

E retirou-se abruptamente pela porta fora. Fez o caminho de volta a casa a choramingar e a questionar-se. De todas as pessoas, fora justamente apaixonar-se por aquele idiota que não a valorizava e fazia chacota de si sempre que era conveniente. Não se lembrava de alguma vez ter chorado tanto por alguém. E ele não merecia as suas lágrimas. Humilhada e cansada chegou a casa a arrastar os pés. Ia fechar a porta quando se apercebeu de que algo estava errado. Simplesmente não conseguia fechar porta.

Olhou para trás com impaciência e viu Nathan a segurar a porta sem o mínimo esforço. Com um suspiro largou a porta e dirigiu-se às escadas para se recolher no seu quarto, sendo de imediato travada por ele.

- Tens prazer em humilhar-me, não é verdade? – Perguntou monocordicamente.

Louise sentiu o sangue fervilhar-lhe nas veias. Humilhá-lo? Perguntava-se. Qual teria sido o instante em que o humilhara desde que se haviam conhecido? Não tinha resposta, não tinha como fazê-lo porque na sua inocência tal coisa nunca acontecera. Se havia alguém com motivos para se sentir humilhada esse alguém seria ela própria.

- Posso saber com base em quê ousas acusar-me de tal coisa? – Perguntou-lhe abruptamente, num tom incerto.

- Posso pensar em várias coisas; mas esta noite foi realmente qualquer coisa… – Disse secamente.

Nathan a minha genialidade não se assemelha à tua, estou consciente de que não faço metade daquilo que tu consegues fazer; mas estou certa de que o que eu consigo fazer tu jamais te sentirás apto a realizar. Lembro-me do silêncio e do buraco que havia dentro de mim antes de te conhecer, lembro-me de me sentir incompleta. Quantas não foram as vezes que achei ser a ausência da minha mãe a causa dessa dor; mas estava errada. E soube-o quando te vi pela primeira vez aqui em Nova Iorque. Soube-o quando o meu coração palpitou e palpita quando olhas para mim. Sabes aquela falsa sensação de falta de ar? Pergunta estúpida como poderias saber? É assim que me sinto sempre que estou contigo.

Contudo e mesmo tendo plena consciência de que não é possível olhares para mim e veres que realmente existo, não podia deixar passar este momento fugaz em que a coragem pulsa dentro de mim para te escrever. Brevemente, seguiremos por caminhos distintos e isso fez-me perceber que não podia guardar para sempre o que sinto. O simples facto de poder fazer parte da tua vida, mesmo que à distância de um olhar libertou-me de reservas de uma vida inteira e fez-me sentir especial. Obrigado.

 

Amo-te.

Louise McKenzie

Nathan murmurou o texto que lhe havia escrito sem olhar uma única vez para o papel. Tinha-o decorado sem esforço como quem decora um livro da escola para um exame. E a percepção desse facto deixou Louise ligeiramente irritada. Ele podia tê-lo decorado e podia recitá-lo tantas outras vezes que a reacção dela seria sempre a mesma. A ausência de emoção era evidente.

- Não tinhas de o decorar! – Exclamou, virando-se para ele de lágrimas nos olhos.

- Não decoro algo porque quero. – Retrucou, trocando o peso do corpo de um pé para o outro. Mirou-a atentamente. – Pela primeira vez li algo escrito por ti sem erros ortográficos, devia congratular-te por isso não achas?

- Não é necessário. – Disse furtivamente, limpando as lágrimas com as costas das mãos. – Não passa de um pedaço de papel com meia dúzia de palavras, que não chegam nem perto da verdade. Arrependo-me de as ter escrito.

- Pergunto-me se o que me estás a dizer agora terá algo de verdadeiro. – Murmurou, aproximando-se dela num passo firme, que a fez recuar de costas até à parede mais próxima. – Não consigo senti-lo, entendes?

- Não, eu não entendo. – Gritou-lhe desfeita em lágrimas. – Eu não entendo o que queres de mim, o que é que mudou ou não mudou? Não entendo, não entendo. Simplesmente não entendo. – Bateu-lhe no peito com força, fazendo-o encolher-se ligeiramente com o choque bruto das suas mãos nele. – Mas sei de uma coisa. E isso, eu posso prometer-te… eu vou esquecer-te.

Naquele momento Nathan vacilou como nunca antes tinha feito. A determinação de Louise em meio á dor e à desilusão era séria e ela parecia realmente convicta de que o faria desaparecer da sua vida por completo. Tinha consciência de que não estava preparado para a deixar ir, nem estava preparado para a assumir. Que confusão. Que desordem. Em meio ao choque daquela confissão, não lhe restou alternativa. Inclinou o tronco de encontro a ela, fazendo-a arregalar os olhos alarmada e sem pensar muito no assunto, colou os lábios nos dela, roubando-lhe um beijo fugaz; mas que a faria repensar tudo quanto dissera antes.

- E eu prometo-te que vou deixar-te tentar. Pergunto-me se depois de hoje o conseguirás realmente fazer. – Murmurou, ainda muito próximo a ela. – Boa noite.

Com um ar seriamente comprometido e satisfeito, Nathan subiu as escadas para ir descansar deixando Louise colada na parede sem reacção. A rapariga sentou-se no chão pouco depois, passando os dedos pelos lábios ainda em estado de choque. O que é que aconteceu aqui? Perguntava-se. Não tinha como explicar o que havia sucedido ou de onde é que surgira aquele beijo inesperado. Porque é que ele o fizera? Quais seriam os seus motivos quando deixara claro ser impossível gostar dela? Inclusive chamara-lhe estúpida, ou isso também era uma mentira? Não conseguia lidar com a sua bipolaridade, era um facto.

Levantou-se e dirigiu-se ao quarto num passo incerto e cambaleante. Ao chegar, atirou a mala para um canto e caiu de barriga em cima da cama e adormeceu. Aquilo era um pesadelo ou um sonho demasiado cruel para ser verdade e cria que quando acordasse pela manhã, tudo fosse mais claro e consistente.

Letizia bateu-lhe na porta do quarto bem cedo no dia seguinte. Louise sentou-se na cama a esfregar os olhos, quando reparou que estava ainda com a roupa do dia anterior e isso inevitavelmente fê-la levitar de encontro às memórias que retinha da noite anterior. Passou as mãos nos lábios e parecia que ainda podia sentir o gosto e a leve pressão dos lábios dele nos seus. Com um sorriso infantil, saltou da cama e correu para a porta e abriu-a.

- Ó, já estás de pé, querida. – Disse Letizia com um sorriso simpático. – E bem-disposta, aparentemente.

- Sim. E com fome. – Respondeu rapidamente. Por instantes, parecia que a velha Louise estava de volta.

- Isso é óptimo, vai arranjar-te. Espero por ti dentro de instantes lá em baixo para tomarmos o pequeno-almoço.

Louise abanou a cabeça em concordância e retirou-se para tomar um duche rápido e refrescante. Quando regressou ao quarto deparou-se com um pequeno dilema, a roupa. Não tinha de vestir a farda nos próximos tempos e isso era um máximo, porém… também não podia dizer-se uma pessoa atenta às tendências. Abriu o armário e decidiu que o melhor era ser ela mesma e vestir uma indumentária que a deixasse minimamente confortável. Um vestido branco fresco e propício para o Verão e umas sandálias deixaram-na simples; mas elegante.

Quando terminou de se arranjar saiu e ao bater a porta, deparou-se com Nathan que saía igualmente com o objectivo de ir tomar o pequeno-almoço. Louise baixou os olhos para os pés embaraçada e Nathan sorriu disfarçadamente. Resultou. Pensou divertido. Embora ainda não tivesse desvendado o que realmente sentia e o significado desse sentimento, sentia que aquele pequeno contacto tivesse sido acertado para ambos. Tencionava passar por ela e dar-lhe apenas um bom dia de cortesia; mas foi incapaz.

- Já conseguiste esquecer-me? – Perguntou num tom jocoso, segurando uma gargalhada com alguma dificuldade. Louise olhou muito rapidamente para ele de punhos cerrados pronta a revidar quando ele se inclinou propositadamente, fazendo-a lembrar da noite anterior cujo resultado de tal gesto tinha sido um beijo; porém desta vez ele tinha-a simplesmente enganado. – Ó, é verdade! Beijámo-nos não é verdade? – Segredou-lhe divertido.

- Tu… tu…

Nathan sorriu por instantes e afastou-se.

- Tem um bom dia.

Um bom dia? Perguntava-se. Viu-o desaparecer escadas a baixo com aquela ultima afirmação como se de algo simples se tratasse. Quanta impertinência. Recompôs-se e desceu com um sorriso nos lábios, independentemente do motivo que o levara a beijá-la sentia-se privilegiada. Se ontem lhe dissera que desistiria dele, hoje sentia-se revigorada para mais um contra ataque. Nathan nunca revelava o que sentia, até ao momento não o fizera; mas ele não se comprometeria daquela forma se não houvesse qualquer coisa por revelar.

Sentou-se à mesa sob o olhar atento de todos, inclusive Garey que parecia estranhar aquela sua postura tranquila e feliz.

- Lou! – Segredou-lhe em particular. – Que bicho é que te mordeu pequena?

Louise sorriu.

- Bicho nenhum papá. Estou de férias, não é motivo para sorrir? – Perguntou descontraidamente, enchendo o prato que tinha a sua frente com uma fatia de pão torrado e um croissant simples. – Passei de ano e descobri finalmente o que quero fazer da vida no futuro. Não é óptimo?

- Sim, é óptimo. – Garey concordou ligeiramente desconfiado, havia algo que lhe estava a escapar.

Nathan sorriu disfarçadamente do outro lado da mesa. Estava porém, um pouco consternado em relação a um assunto que ela acabara de mencionar e cria que não levaria muito tempo a ser questionado sobre o mesmo em breve. De facto a sua genialidade tinha algumas falhas e aquela era uma delas. O futuro. O pai queria torna-lo administrador do hospital, seu sucessor portanto; mas ele não parecia interessado em fazê-lo. Pretendia algo que representasse para si um desafio, algo que não dominasse.

- Ora isso é fantástico, Louise. – Disse Thomas. Depois olhou para Nathan, que revirou os olhos. – O Nathan vai ser o meu sucessor depois de terminar o curso de administração hospitalar em Harvard.

Louise olhou para Nathan e percebeu que o assunto o aborrecia. Sabia que seguiriam destinos diferentes dali a um ano; mas não sabia se estava pronta para aceitar de imediato essa realidade. Embora Harvard fosse a quatro horas e meia de Nova Iorque, tinha consciência de que Nathan jamais faria aquele trajecto diariamente e com isso as suas visitas tornar-se-iam escassas.

- Eu não vou para Harvard. – Retrucou seriamente, pousando a tosta que trincava. Letizia sentou-se seriamente constrangida com aquela atitude desafiadora de Nathan e Thomas quase se engasgou. – Em facto, eu não estou a pensar entrar em nenhuma universidade nos próximos tempos.

- Não sejas ridículo Nathan. Quem melhor do que tu para meu sucessor? – Perguntou aborrecido.

- Vocês estão realmente a ouvir o que eu digo ou filtram tudo quanto sai da minha boca? – Respondeu irritado, erguendo-se na mesa de repelão. – Nunca desafiei as minhas capacidades, nem nunca me senti obrigado a desafiar as vossas perspectivas de vida para mim; mas neste momento não creio ser essa a melhor opção para mim.

- Então qual é? – Perguntou Thomas encrespado. – Não achas que estás a ser egoísta?

Nathan riu sarcasticamente, aquela acusação era realmente estúpida e desnecessária. Eles simplesmente não entendiam, a ideia de que ele era perfeito para o trabalho cegava-os de tal forma que se tornavam incapazes de ver para lá daquele limite, de forma a perceber que aquilo não fazia parte dos seus objectivos de vida.

- Ainda não sei; mas serão os primeiros a saber quando descobrir. – Disse antes de se retirar. – Com vossa licença, tenho uma mala para preparar.

 

Ora, ora.... cá está o capítulo 24, fresquinho, fresquinho. Comecei à bocado e não descansei enquanto não o terminei. Eu gostei do resultado e espero que vocês também gostem. Xiexie ni malta.

publicado por a.nee às 20:35
link do post | comentar | favorito
6 comentários:
De • Smartie a 3 de Abril de 2015 às 22:26
Olá :)
O Nathan tem realmente de decidir o que fazer em relação à Louise, porque andar a humilhá-la e depois ir beijá-la quando ela lhe diz que o quer esquecer...não faz bem nem a um, nem ao outro :\ Ele que pense mas é bem naquilo que sente e que tome uma decisão, a Louise não merece sofrer mais por causa dele :3
Uii, agora esta conversa do futuro ainda vai dar pano para mangas...estou para ver o que vai sair daí ._.
Mais, mais :D
Beijinhos*


De a.nee a 3 de Abril de 2015 às 22:46
Temo que o Nathan tão cedo não se decida.... o momento da decisão já o tenho projectado; mas não sei quantos capítulos faltarão até lá. É de ressalvar também que a personalidade dele irá manter-se... sério, imparcial etc etc... isto já depois de ele definir o que quer. É apenas uma carcaça porque no fundo, no fundo...
O futuro vai gerar alguma confusão; mas depois ajustam-se á realidade. É algo que também já tenho pensado. ;)


De ztiluak a 4 de Abril de 2015 às 22:58
Olá :) 
Finalmente chegou o momento de beijo, tal e qual como eu o imaginava. Adorei. Está cada vez mais perfeito, nunca sei o que é que o Nathan vai fazer a seguir. Consegues realmente captar a minha atenção. Parabéns. 


p.s. A música nova está linda. 


p.s.s. não sei porque é que o meu comentário da outra vez ficou estranho, peço desculpa. 


De a.nee a 4 de Abril de 2015 às 23:12
Obrigado.

PS: Eu também não sei; mas não teve a ver contigo... são erros da própria plataforma julgo. ;)


De sacha hart a 8 de Abril de 2015 às 17:38
Este capítulo foi tão wow que ainda estou a tentar encontrar algum sentido para comentar. 
"Tinha consciência de que não estava preparado para a deixar ir, nem estava preparado para a assumir." O Nathan é um pouco mauzinho. Embora tenha adorado que eles se tenham beijado, sinto que ele está a manipulá-la de uma forma que a Lou não merece! 
E que vai o moço fazer da vida? Ele está a fazer uma mala para quê?! Ai, a minha curiosidade...  A Louise também foi deveras intrigante neste capitulo!
Gostei muito ^^ 


De a.nee a 9 de Abril de 2015 às 19:28
Obrigado, eu espero ter capacidade para continuar a surpreender-vos.

O beijo apesar de o denunciar um pouco, foi mais no sentido da provocação. Quanto à mala, eles estão de férias, o ano lectivo terminou :) O próximo capítulo traz mais novidades.


Comentar post

The Only Exception


Nathan Vanderbilt tinha uma vida normal - até ao dia em que conheceu o seu pior pesadelo: Louise McKenzie. Sério, frio, calculista, prepotente e irrepreensivelmente inteligente e popular no colégio; enquanto Louise não passa de uma rapariga normal com notas medíocres; sonhadora, sensível, intensa e verdadeira espera reunir as condições necessárias para se aproximar do coração enregelado do filho mais velho dos Vanderbilt a quem nunca nenhuma namorada se lhe conheceu. Numa luta interior constante, Nathan irá perceber que não tem como fugir á realidade, à novidade e aquilo que sente pela filha do melhor amigo do pai.

SOBRE A HISTÓRIA.


Profile

Ana. 29 anos. Licenciada em Engenharia Informática. Seguros. Música. Ler. Escrever. 30 Seconds To Mars. Aaron Yan. Muse. Linkin Park. Green Day. Three Days Grace. Snow Patrol. Kings Of Leon. Paramore. Game Of Thrones. Switched At Birth. Suits. Once Upon a Time. Teen Wolf. Heart Of Dixie. Covert Affairs. Arrow. The Flash. Bones. Hawaii Five-O. Nashville. The Fosters. KDrama.


Linkage

The Only Exception Palavras Soltas Filmes Séries KDrama


Credits

Layout Lettha
Icon TFN
Colors Colorpicker
ADAPTAÇÃO POR: anaap.



SEGUIR PERFIL