Deep below,
Each word gets lost in the echo
Domingo, 26 de Abril de 2015

The Only Exception | 26

Louise aquietou-se, engolindo em seco. Petrificada, não ousou falar, não ousou respirar sequer quando ele a apertou delicadamente junto ao tronco como se por instantes ela representasse o seu abrigo seguro. O tempo pareceu quedar-se estaticamente como se também ele apreciasse absorto aquele gesto invulgar de Nathan.

No ar, ao longe, um par de gargalhadas uníssonas, divertidas e familiares quebraram a inércia temporal entre ambos, despertando Nathan para a realidade. Atrapalhado e ligeiramente surpreso consigo mesmo afastou-se lentamente, esfregando a nuca um pouco pensativo. Ponderava na possibilidade de lamentar o sucedido; mas vendo o sorriso satisfeito muito sublime no rosto da rapariga concluiu que não seria necessário.

- Louise! – Exclamaram com entusiasmo. Louise olhou por cima do ombro e esbugalhou os olhos absorta. – O que… O que é que-

Nathan respirou fundo e com um revirar de olhos dirigiu-se para a porta de mãos nos bolsos das calças. Louise olhou para ele e depois para os amigos que se aproximavam divertidos. Com um sorriso, deixou-se abraçar por Blake, Claire e no final Zac que olhou com uma carranca para Nathan ao vê-lo entrar sem os saudar.

- O que é que ele faz aqui? – Perguntou aborrecido.

- Como assim? – Louise franziu o cenho. – Esta casa é dos pais dele, consequentemente dele também. A pergunta será mais… o que é que vocês estão aqui a fazer?

Claire atravessou-se na frente de Zac acertando-o no estômago com um cotovelo propositadamente para que não falasse disparates e sorriu para Louise.

- Não lhe ligues, está apenas com ciúmes porque vieste com o génio. – Segredou-lhe divertida.

Louise riu. Não se sentia afectada; mas não deixava de ser algo incomodo dividir o mesmo espaço com Zac e Nathan, sabendo de antemão que Zac tinha afecto por si.

- Hey! – Zac protestou, cruzando os braços sobre o peito. – Eu ouvi isso. E não é de todo verdade.

- Claro que não. – Disse Blake com desdém. Olhou depois para Louise e sorriu divertida. – Respondendo à tua pergunta, este costuma ser o nosso refúgio nas férias.

- Mas não sabíamos que era dos Vanderbilt. – Zac apressou-se a refutar qualquer possível desvario sobre aquele tema.

Louise olhou de Blake para Zac e depois para Claire que abanou a cabeça confirmando.

- Ele tem razão. – Recomeçou Blake, defendendo Zac. – Nós apenas nos limitámos a alugar a casa para o Verão e a pessoa que nos entrega as chaves e fecha o negócio sazonal é um mero empregado que cuida da casa durante os longos períodos de ausência dos donos.

- No caso, os Vanderbilt. – Concluiu Claire.

Louise parecia ligeiramente perdida. A sua linha de raciocínio não os acompanhava à mesma velocidade; mas se o que eles diziam era verdade, então aquela casa jazia de portas fechadas para aquela família há já algum tempo e os únicos que usufruíam dos seus cómodos decerto confortáveis eram eles durante o Verão.

- Wow! – Exclamou. – Bom, agrada-me não ter de passar um Verão inteiro fechada com a Ellen.

- Quem é a Ellen? – Perguntou Zac de sobrolho franzido.

Claire gargalhou intempestivamente, sacudindo-lhe as costas com uma palmada que o fez deitar-lhe uma carranca incomodada.

- É a versão do Nathan feminina e em ponto pequeno. – Informou.

- Correcto. – Confirmou Blake. – Eu só não percebo como foi que este ano se lembraram de vir. Geralmente somos só nós.

Louise olhou para a entrada da casa e pensou em Nathan e na conversa que haviam tido pouco antes. Recordou o medo nos olhos dele e no abraço inofensivo que faziam dele, alguém frágil por meros instantes.

- Eles têm os seus motivos. Chamemos-lhe passado mal resolvido. – Começou por dizer Louise, ainda de olhos pregados na porta aberta. Parecia até distante. – Eu própria nem sabia que viria até hoje de manhã.

Zac aproximou-se resvalando um braço por sobre os ombros dela, atacando-a gentilmente com um beijo no rosto. Ninguém se atreveu a questionar o passado mal resolvido da família Vanderbilt e Louise agradeceu, pois não estava nas suas mãos falar sobre o que não devia ou justificar a presença de ambos, Nathan e Ellen, numa casa que lhes pertencia.

- Não vejo problema algum. Vamos entrar.

Com uma interjeição surpresa, viu-se lentamente arrastada pela casa dentro pela mão de Zac, com Blake e Claire a gracejar quase em segredo atrás de ambos. Por instantes, sentiu-se algo atrapalhada; mas aquela sensação de embaraço logo passou porque os três não deixavam que a sua própria identidade se inibisse, e ela conseguia ser ela própria sem se esforçar para os agradar. Mais tarde juntaram-se na sala de estar e distribuíram-se pelos quartos organizadamente. Nathan ficou no quarto que sempre lhe fora destinado a par de Zac que resmungou por entre dentes a sua falta de sorte, Claire e Blake usufruiriam do quarto que era da Sra. e Sr. Vanderbilt e Louise ficou com Ellen, que bradou desagradada com a decisão de Nathan.

- Não estou a perceber porque é que tenho de ficar com ela. – Cruzou os braços sobre o peito.

Zac murmurou algo como pirralha mimada e intragável, aquietando-se no sofá depois sob o olhar atendo de Louise que lhe fez sinal para não se meter. Há muito que os ataques de Ellen haviam deixado de surtir efeito. Não voltaria jamais a deixar que ela a afectasse com aquele seu desdém e orgulho presunçoso e quase preconceituoso que lhe era característico.

- Preferes que lhe dê o quarto do Mike?

O ressoar do nome do irmão trouxe Ellen de volta aquela que era a sua verdadeira realidade. O quarto de Mike estava fechado para todos os desconhecidos. A única pessoa que lá entrava eram os Vanderbilt e o caseiro ocasionalmente para limpar o cómodo. Ellen jamais permitiria que alguém, ou mesmo Louise invadisse um espaço tão pessoal como aquele quarto recheado de recordações.

- Não; mas eu posso lá ficar. – Sugeriu.

Nathan suspirou e num passo firme aproximou-se de Ellen.

- Esse quarto está fora dos limites. – Retrucou sem vacilar, mirando-a nos olhos muito sério. – Para qualquer pessoa a viver nesta casa nas próximas semanas. – Disse, erguendo a voz e olhando para todos os presentes na sala. – Ellen, peço que respeites a minha decisão por enquanto. Não estou a dizer que não poderás lá entrar, apenas… dá-me algum tempo por favor.

- Se é assim que queres. – Encolheu os ombros conformada. Nathan esfregou-lhe a cabeça, despoletando um resmungo na mais nova. – Não faças isso. Hey, eu dou-te o tempo que precisares; mas não demores muito. Não ficaremos aqui eternamente.

Nathan balançou a cabeça e sorriu. Compreendia a posição de Ellen; mas a ideia de abrir o quarto e expor o passado de forma tão imediata aterrorizava-o sobremodo.

- Então está decidido. – Suspirou por fim, sentando-se num sofá individual confortavelmente. Agarrou num dos seus livros de cima da mesa de centro e abriu-o. – Estão dispensados.

Claire, Blake e Zac entreolharam-se um pouco confusos, por instantes sentiram-se como numa missão sigilosa do exército. Ellen correu para o quarto e Louise levantou-se num salto, encaminhando-se para a cozinha. Não era nenhuma especialista; mas alguém tinha de cozinhar. Nathan levantou os olhos do livro por instantes para ver onde ela se dirigia e não se surpreendeu minimamente com a sua decisão de cuidar deles todos, porém, seria um verdadeiro desastre se a deixasse chegar perto do fogão. Pousou o livro em cima da mesa e levantou-se para ir atrás dela. Bom, tê-lo-ia feito se Zac não o interpelasse.

- Onde é que pensas que vais? – Perguntou-lhe.

Nathan revirou os olhou e sacudiu-lhe a mão do seu peito para o desviar. Subitamente apercebeu-se de que Zac estimava Louise mais do que eventualmente achara ser possível. No entanto, o porquê de isso o incomodar era um segredo bem guardado que nem a ele era revelado.

- Não me digas que tenho de te pedir autorização para vaguear pela minha casa. – Cortou asperamente e desdenhosamente.

Zac remoeu qualquer coisa por entre os dentes e desviou-se para o deixar passar.

- Claro que não.

- Óptimo. – Disse. – De qualquer forma, se tencionam jantar hoje e ter uma casa para dormir aconselho-vos a não deixarem a vossa amiga chegar ao fogão.

E com isso afastou-se de encontro ao alpendre, recordando vagamente a primeira experiência de Louise na cozinha da sua casa em Queens. Fora um verdadeiro fiasco, por isso, esperava que algum dos três tivesse o bom senso de a ajudar naquela tarefa de grau dificílimo para ela.

Sentou-se no primeiro degrau das escadas de madeira que alcançavam o jardim e a piscina nas costas da moradia, de frente para o mar, admirando a sua imensidão em silêncio. Abstraído de tudo ao seu redor, vieram-lhe à memória vários momentos em família naquele lugar. Mike estava presente em todos, assim como estava presente em cada canto da casa quando a percorrera ao chegar. Era verdadeiramente assustador; mas tinha de lidar de uma vez por todas com o facto de que Mike não estava mais ali.

A última vez que visitara os Hamptons teria na altura uns 12 anos. Aquele fora igualmente o último Verão de Mike naquela casa. As recordações dos meses seguintes tornaram-se dolorosas de reviver porque a ausência era constante e inegável para cada um deles. Mike alistara-se no exército em Junho de 1998 e em Agosto de 1999 foi chamado para a primeira missão sigilosa fora do país que deixara os pais à beira de um ataque de nervos. Recordava-se perfeitamente desse dia, para todos os efeitos fora o dia em que sentira medo pela primeira vez. E em Outubro desse mesmo ano um oficial do exército bateu-lhes à porta de casa em Queens para lhes anunciar o desaparecimento de Mike. Inevitavelmente, uns meses depois viriam a dar-se por terminadas as buscas e a declaração de óbito chegou às mãos de Letizia e Thomas.

Os primeiros dois anos foram de luto intenso. O fardo de cada dia tornava-se maior que no dia anterior. Lembrava-se que Letizia sucumbira por algum tempo à dor e após um acidente de Ellen, recuperara o seu estado normal. Lembrava-se também que Thomas lidara com a dor individualmente e à sua maneira. Era no silêncio e nas recordações que encontrava o seu consolo e por ser uma pessoa sensata reconhecia que nos tempos que se avizinhavam teria de ser ele o pilar estrutural daquela casa. Nessa altura, ele próprio decidira dedicar-se ainda mais ao seu futuro. Juntara o útil ao agradável, podia dizer-se. Se por um lado não pensava em Mike, por outro dava a Letizia e a Thomas a alegre satisfação de terem momentos de liberdade ainda que fossem breves.

Com tempo a família voltou a ficar de pé; mas Mike era um assunto encerrado talvez pela dor dilacerante e profunda da ferida que havia apenas sarado à superfície em todos. Agora quase cinco anos depois, parecia-lhe sensato enterrar os fantasmas do passado e recomeçar a sua vida, porém, nunca imaginara que esse processo lhe fosse tão doloroso, quase intolerável.

Sentiu, então, uma mão no seu ombro a abanicá-lo levemente para o trazer de volta á realidade.

- Estás a dormir acordado? – Perguntaram-lhe.

Nathan olhou para trás e viu Louise sentada no chão atrás de si com um ar sereno. Conseguia detectar-lhe uma fina ruga de preocupação na testa que ela disfarçou prontamente com um sorriso enquanto a observava.

- Estás aí há muito tempo? – Perguntou baixinho.

- Não. – Respondeu, abanando a cabeça. – Estava a chamar por ti há uns dois minutos, como não respondeste aproximei-me.

- Estava distraído. O que é que queres? – Perguntou naquele seu tom áspero habitual, voltando a olhar o mar à sua frente.

Louise mordeu o lábio. Vê-lo naquele estado transitório era um pouco difícil; mas não sabia como ajudá-lo. Lembrava-se que quando a mãe morrera o seu luto foi semelhante, individual. E se pensasse bem no assunto, entendia que só agora finalmente começara a abandonar o luto. Nathan precisava de tempo. Não ousaria perturbá-lo, porém, ficaria por perto, deixando-o sob vigilância caso ele necessitasse de um ombro, um abraço ou uma palavra de consolo que o ajudasse a findar o luto.

- Nada, vinha chamar-te para jantar.

Nathan sorriu enviusado sem deixar que ela o percebesse. Levantou-se e de mãos nos bolsos dirigiu-se à porta do alpendre, parando depois por breves instantes.

- Obrigado; mas eu não tenho fome. – Disse. – Espero que a minha cozinha se mantenha de pé.

- Hey! – Protestou, batendo com as mãos no chão de madeira.

Nathan mirou-a por cima do ombro, vendo-a formar uma carranca infantil e ofendida. Mostrou-lhe a língua e entrou em casa para se recolher no quarto. Louise fungou aborrecida, vendo-o desaparecer no interior da casa. Perguntava-se porque é que se compadecia de alguém como ele e a resposta tornava-se óbvia quando ouvia e sentia o seu coração disparar não somente na sua presença, como também na sua ausência.

Levantou-se e dirigiu-se à sala de jantar, onde comeu na companhia de Blake, Claire e Zac. Ellen também recusara o jantar. Após a refeição, arrumaram a loiça e a cozinha a par de uma conversa sem eira nem beira, porém animada e no final, subiram para descansar. Ao entrar no quarto, Louise viu a cama estrategicamente ocupada por Ellen, forçando-a a procurar outro lugar para dormir. Respirou fundo e com um sorriso recorreu à sua mala de viagem para trocar o vestido pelo pijama. Quando terminou olhou ao redor e concluiu que a sua única opção era o chão.

Sob um protesto quase silencioso agarrou numa almofada e desceu ao piso inferior. Sentou-se no sofá mais comprido por instantes, de pernas cruzadas e abraçada à almofada pensativa. O que é que posso fazer para melhorar a estadia aqui? Perguntava-se. Café. Sim, café pela manhã era uma boa ideia, embora não soubesse cozinhar, o café sabia fazê-lo como ninguém. Talvez arriscasse fazer mais qualquer coisa; mas o café seria prioritário e uma vez que Nathan se levantaria cedo para ir trabalhar, no mínimo devia facilitar-lhe a sua manhã com um bom café forte. Foi com esse pensamento que adormeceu, abraçada à almofada.

Nathan desceu na manhã seguinte pronto para o primeiro dia de trabalho quando um grunhido o fez parar subitamente à entrada da sala. O ressoar baixinho do seu nome, fê-lo franzir o cenho e aproximar-se do sofá. Ao ver Louise sorriu. Quem mais chamaria por ele a dormir? Contornou o sofá e acocorou-se do outro lado para a mirar bem e de perto. Perguntava-se porque é que a achava tão atraente, se não era uma pessoa assim tão bonita. Despertava, porém, algo diferente em si e era isso que o fazia circular à sua volta como um falcão. Tocou-lhe o rosto levemente, desviando-lhe uma mexa do cabelo da frente dos olhos e sorriu embevecido.

- Desculpa, tiveste que dormir aqui porque a Ellen aprontou de novo. – Murmurou, mas ela não o ouviu.

Ergueu-se depois e dirigindo-se à cozinha, vasculhou os armários ainda vazios. O frigorífico estava ligado; mas igualmente vazio. O único recipiente que lá se encontrava era o tupperware com os restos do jantar. Fechou-o com um suspiro e quando se virou viu Louise a coçar os olhos à entrada da cozinha.

- Que horas são? – Perguntou.

- Cedo. – Respondeu. – Vai dormir.

- Não, vou fazer café. – Disse, passando por ele desajeitadamente.

Nathan amarrou-a por um braço.

- Não vale a pena, não tens café. Na verdade, não temos nada nos armários ou frigorífico. – Começou por dizer. – Toma. – Estendeu-lhe um cartão de crédito, fazendo-a arregalar os olhos. Estaria ele realmente a confiar-lhe algo tão pessoal e intransmissível? Piscou os olhos várias vezes, recusando-a se a pegar no plástico até que por fim, ele agarrou numa das suas mãos e o depositou lá. – Não estarei disponível para fazer compras até ao final do dia ou noite, ainda não sei como serão os turnos, de qualquer forma pede a um dos teus amigos que te acompanhe.

- Mas, e a Ellen…? – Tartamudeou.

- A Ellen sabe cuidar dela própria. – Respondeu taciturnamente, inclinando-se para ela provocadoramente. – Ambos sabemos que a Ellen é um meio para atingir um fim. – Louise mordeu a bochecha, ele estava certo. Não estava ali ao acaso. – Os métodos da minha mãe são cada vez mais óbvios e idiotas. – Protestou por entre dentes, deixando-a sem aviso prévio.

Louise cambaleou até à cadeira mais próxima, onde se apoiou e com um riso nervoso e embaraçado concordou.

- Há alguma coisa em especial de que necessites? – Perguntou.

- Nem por isso. – Respondeu antes de sair.

Louise agarrou-se ao cartão, cantarolando alegre e saltitando de um lado para o outro com ele nas mãos até que se lembrou que ele não lhe havia desvendado o código. Correu atrás dele e parou no alpendre, agarrada às pernas. Viu-o passar a piscina e cruzar uns arbustos antes de chegar ao areal. Chamou-o e ele virou-se inexpressivamente.

 

Tenho-vos a dizer, que este é fresquinho, fresquinho. Como as alfaces. Andei um pouco emperrada a meio; mas finalmente consegui terminar. O problema, na verdade foi que eu ainda não tinha pré determinado pormenores a respeito de um tema que está a regressar agora, muitos capítulos depois de ter sido mencionado. Tive que andar a fazer contas e a alienar tudo para não me espalhar em termos da linha temporal da história. Se virem algum desfasamento nesse aspecto, avisem. Ah! A actualidade remonta a finais de Julho de 2004. Anyway, espero que gostem.

publicado por a.nee às 15:27
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4 comentários:
De ztiluak a 28 de Abril de 2015 às 13:54
Gostei tanto deste capítulo, estamos a começar a ter um Nathan diferente. Gostei especialmente quando ela estava a dormir no sofá e ele foi para a beira dela :) 
Quero maaais :D


De a.nee a 28 de Abril de 2015 às 19:47
Não querendo alarmar ou coisa do género... são apenas momentos. Podes contar com muitos momentos de azedume e indiferença até ao final da história. LOL


De • Smartie a 30 de Abril de 2015 às 00:06
Ahh boa, os amigos dela também vão ficar lá durante as férias ^^ Assim ao menos ela não está muito sozinha :3
Gostei muito daquela cena do Nathan perto do sofá, foi mesmo muito querida *-* Mal posso esperar para ver o que aí vem a seguir! :D
Beijinhos*


De sacha hart a 3 de Maio de 2015 às 18:43
Ainda não me tinha dado conta da existência deste capitulo!
Adorei ficar a saber mais sobre a morte do Mike. Se é que é realmente morte. Fiquei com esperanças de que o Vanderbilt ainda esteja vivo, apenas desaparecido. 
Gostei muito do capitulo!
Beijinhos


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The Only Exception


Nathan Vanderbilt tinha uma vida normal - até ao dia em que conheceu o seu pior pesadelo: Louise McKenzie. Sério, frio, calculista, prepotente e irrepreensivelmente inteligente e popular no colégio; enquanto Louise não passa de uma rapariga normal com notas medíocres; sonhadora, sensível, intensa e verdadeira espera reunir as condições necessárias para se aproximar do coração enregelado do filho mais velho dos Vanderbilt a quem nunca nenhuma namorada se lhe conheceu. Numa luta interior constante, Nathan irá perceber que não tem como fugir á realidade, à novidade e aquilo que sente pela filha do melhor amigo do pai.

SOBRE A HISTÓRIA.


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Ana. 29 anos. Licenciada em Engenharia Informática. Seguros. Música. Ler. Escrever. 30 Seconds To Mars. Aaron Yan. Muse. Linkin Park. Green Day. Three Days Grace. Snow Patrol. Kings Of Leon. Paramore. Game Of Thrones. Switched At Birth. Suits. Once Upon a Time. Teen Wolf. Heart Of Dixie. Covert Affairs. Arrow. The Flash. Bones. Hawaii Five-O. Nashville. The Fosters. KDrama.


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