Deep below,
Each word gets lost in the echo
Sábado, 27 de Junho de 2015

The Only Exception | 28

Com uma das mãos ocupadas por um cesto de compras, Nathan procurava segurar Louise com a que tinha livre; mas era uma tarefa algo complexa até para si. Louise não era uma pessoa difícil de carregar e como tal a ineficácia daquela tarefa devia-se apenas ao facto de não ter aos duas mãos livres e a ter de distribuir a força. No caminho de encontro à caixa para pagar as mercearias que ali fora comprar, Nathan sacudiu-a gentilmente algumas vezes para cima para que não caísse.

- Vais deixar-me cair. – Disse ela, de encontro ao pescoço de Nathan.

Ele olhou-a por cima do ombro em silêncio e sem tecer comentários, colocou as mercearias no tapete rolante, disfarçando um sorriso cínico. Tentaria não cometer essa proeza.

- Não tenho culpa que sejas pesada. – Disse secamente, em tom provocador.

Louise agitou-se em cima das costas dele e deixou escapar um grunhido insatisfeito.

- Hey! O que é que queres dizer com isso?

- Que devias comer menos, estás pesada.

A rapariga fincou os dedos das mãos nos ombros de Nathan e com uma sacudidela saltou das costas dele directamente para o chão, onde ficou sentada uma segunda vez agarrada ao pé que estava magoado. Outra vez. Murmurava para si própria. Tinha novamente colocado força desnecessária no pé errado e a culpa era inteiramente dele, queria parecer-lhe. Ele tinha o dom de a tirar do sério. Então, Nathan baixou-se junto a ela ao ouvi-la cuspir disparates e sorriu divertido.

- O que foi? – Perguntou com maus modos, tentando levantar-se.

- Nada. – Respondeu, agarrando-a por um braço com apenas uma mão para tirá-la do chão. Louise abriu os olhos absorta, perguntando-se onde iria ele buscar tamanha força. – Estás a encarar-me por algum motivo em especial? – Perguntou, virando-se para ela muito sério embora no fundo sentisse vontade de rebolar a rir.

Louise era realmente qualquer coisa fora do normal e era isso que fazia dela especial. Cria que era isso que trazia alguma normalidade e novidade à sua vida. O que era estranho só para começar. A rapariga engoliu em seco e baixou os olhos para os pés, sentindo-se de imediato arrastada por Nathan até ao outro lado da caixa para que ele pudesse pagar o que ali fora buscar.

- Hey! Eu não posso sair daqui. – Tartamudeou ao aperceber-se das suas verdadeiras intenções.

Curiosamente ele estava disposto a carrega-la de volta a casa.

- Estás a pensar chegar a casa como? – Perguntou curioso.

- Da mesma forma que cheguei aqui. Não estou sozinha.

Nathan suspirou e torceu o nariz. Claro que não, fora ingénuo da sua parte achar que realmente ela estivesse ali por conta própria.

- Hum… como queiras. Até logo. – Disse, caminhando para a saída com um braço no ar a acenar em jeito de despedida.

Prosseguir com o interrogatório era dar-lhe demasiada atenção. Passivamente demonstrava o seu interesse nela e isso deixava-o verdadeiramente desconfortável e irritado consigo próprio. Assim, optou por abandonar o local. Louise viu-o afastar-se em passadas largas, obrigando-a a pensar duas vezes mais rápido que o normal sobre o que deveria fazer naquele momento. Havia uma certa confusão de sentimentos dentro de si. Uma parte de si sentia uma aversão desconfortável ao comportamento indiferente de Nathan, a outra esmagava-lhe o peito de ansiedade. Se tivesse de escolher entre os amigos e ele… a resposta era óbvia.

Sabia que estava constantemente submetida aos caprichos de Nathan, tinha consciência de que ela própria permitia que ele a confundisse; mas muito além disso ia o seu amor por ele. Como e quando foi que tomara aquelas proporções, não sabia; porém, começava a sentir-se dependente dele para muitas coisas. Nathan não precisava falar-lhe, dar-lhe atenção… estar no mesmo espaço, respirar o mesmo ar que ele era por ora suficiente.

- Espera! – Gritou-lhe, coxeando e tropeçando nos próprios pés até ele. – Vanderbilt! – Exclamou zangada ao vê-lo prosseguir a marcha de saco às costas. Embora tivesse atrasado o passo recusara-se a parar. – Estúpido. – Murmurou, prosseguindo devagar atrás dele.

Pregou os olhos no chão, remoendo em silêncio a sua indignação. Distraída, como habitualmente, perdera a percepção do espaço e do tempo, não tinha noção do movimento ao seu redor e isso valeu-lhe alguns encontrões pelo caminho. Parou mais adiante quando o seu corpo se estatelou nas costas de alguém à sua frente, cuja fragância lhe parecera familiar e só quando levantou o olhar é que viu Nathan parado a olhar por cima do ombro com um ar inexpressivo.

Sem se pronunciar agarrou nela às costas uma vez mais, ignorando um protesto que esteve longe de ser finalizado. Louise calou-se abruptamente, abraçando-o pelo pescoço ao vê-lo ignorar tudo o que dizia. Estava à mercê dos seus quereres. Sorriu, desfrutando daquele momento tão deles enquanto ele lho permitia. Era naquelas alturas que Nathan a confundia. Louise não sabia distinguir ou ter uma percepção clara das suas intenções, tanto quanto sabia Nathan não tardaria em comtempla-la com mais um dos seus ataques pessoais, cujos motivos ela também não percebia.

Em silêncio, Nathan transportou-a até ao banco mais próximo. Aquela pequena distância que percorrera com ela agarrada a si como se dele dependesse deixou-o a engolir em seco a frustração e a confusão de sentimentos que explodia dentro de si sempre que partilhavam o mesmo espaço. Sentou-a e pousando o saco de compras, acocorou-se à frente dela para lhe avaliar o estado do pé magoado. Louise estremeceu e fugiu-lhe com o pé com um esgar de dor e dúvida. Nathan cerrou o cenho e estendeu o braço para lhe amarrar novamente o pé.

- O que estás a fazer? – Perguntou-lhe Louise, deixando escapar um silvo de dor quando ele lhe passou os dedos pelo hematoma.

- Quando chegares a casa põe gelo. – Disse, massajando-lhe o pé delicadamente. – É apenas um hematoma.

Louise abriu a boca, tapando-a de seguida com as duas mãos, um pouco surpresa. Ele era sempre uma caixinha de surpresas, vê-lo reduzir-se aquilo porque estava preocupado com o seu bem-estar deixava-a com vontade de chorar de alegria. Era por aquela sua versão que se havia apaixonado incondicionalmente. Nathan era cuidadoso, meigo e atencioso. Apesar de não passar de um hematoma, naquele instante soube que ele teria capacidades para ir mais além numa eventual carreira de medicina.

- Obrigado. – Murmurou de lágrimas nos olhos, agarrando-o pelos ombros. – Lembras-te quando-

- Louise! – Gritaram ao fundo do corredor.

Nathan sacudiu as mãos da rapariga gentilmente e levantou-se com um suspiro enfadado, vendo Zac aparecer numa correria frenética do seu lado direito, seguido de Claire e Blake.

- Os teus amigos estão aqui, não precisas mais de mim. – Concluiu, agarrando no saco de compras para partir.

- Mas-

Nathan inclinou-se repentinamente aproximando o rosto do dela, fazendo-a calar-se abruptamente. Vê-la engolir em seco e desejar mais qualquer coisa era absolutamente delicioso. Era naqueles momentos que sabia com plena convicção que o coração dela lhe pertencia, no entanto, o sentimento de culpa nunca o abandonava por não ser capaz de devolver na mesma proporção o que sentia.

- Não me arranjes mais problemas. Troublemaker. – Murmurou por entre dentes, afastando-se de seguida.

Zac aproximou-se em poucos segundos com aquela sua expressão consternada, amarrando Louise pelos ombros. Sacudiu-a levemente, olhando dela para Nathan que se afastava calmamente.

- Estás bem? O que é que ele te fez? – Perguntou, apontando para Nathan. Louise sorriu, abanando a cabeça. – Hey! – Berrou descontroladamente, largando Louise enfurecido para correr atrás de Nathan sem esperar resposta da parte dela. – Vanderbilt. – Disse, atravessando-se na frente dele. – O que pensas que estás a fazer?

Nathan revirou os olhos com impaciência antes de o fitar atentamente. A sua expressão dizia pouco sobre o que sentia, era impávida, serena e algo fria como sempre. No que dizia respeito a Louise, estava já habituado a ser incompreendido. Era como se ele fosse o motivo de todos os seus problemas como se o mundo dela girasse à sua volta.

- A tentar regressar ao meu posto de trabalho. – Disse monocordicamente muito sério.

- O que é que lhe fizeste? – Perguntou-lhe descontroladamente.

Nathan franziu o cenho, vendo Louise aproximar-se com alguma dificuldade seguida de perto pelas amigas. Zac tinha uma ideia muito pobre acerca das suas intenções para com Louise; mas algo lhe dizia que essa fraca interpretação se devia ao facto de nutrir sentimentos fortes por ela. Para si era absolutamente irrelevante. Louise pertencia-lhe, não havia motivos para se sentir ameaçado. Com um esgar divertido aproximou-se de Zac para lhe segredar e isso valeu-lhe um murro no meio do rosto.

- Nathan! – Louise gritou descontrolada, passando por Zac aflita. Agarrou-se a Nathan preocupada, olhando depois para o amigo com uma expressão recriminatória. – O que é que pensas que estás a fazer? – Berrou-lhe.

Zac emudeceu-se por instantes, vendo Nathan mostrar-lhe a língua infantilmente atrás de Louise. Naquele instante quis mostrar-lhe novamente a força do seu punho; mas foi agarrado por Blake e Claire que sensatamente lhe fizeram ver que não era solução.

- Estava apenas a tentar defender-te dele. – Disse, olhando com desdém para Nathan.

Ele era demasiado atrevido, jamais acreditaria que se tivesse aproveitado de Louise como sugerira ao seu ouvido.

- Hum! – Murmurou confusa. – Defender-me dele? Não estou a perceber, encontramo-nos por acaso quando me magoei num pé. Ele estava apenas a ajudar-me.

Zac abriu a boca estupefacto, reconhecendo de imediato que agira de forma algo precipitada, enquanto Nathan calava com alguma dificuldade a vontade de rir. Não gostava de o admitir, talvez nunca o fizesse em voz alta; mas a genuinidade e ingenuidade de Louise enredavam-no, deixando-o numa posição um tanto desconfortável. Louise bufou, mirando os pés por instantes. Aquela situação era no mínimo ridícula, aquela disputa era de todo estranha. Não sabia o que pensar.

- Desculpa. – Disse Zac, segurando uma das mãos de Louise.

- Que seja, estou cansada. Vou para casa.

Com um suspiro, fintou Nathan e seguiu para a saída num caminhar lento e deficiente. Tinha consciência de que não iria longe; mas que mais poderia fazer? Abandonar aquela situação embaraçosa era o mínimo que podia fazer. Sentia que Nathan podia odiá-la ainda mais depois daquilo, esse simples pensamento deixou-a indisposta. Zac cerrou os punhos, decidindo-se de imediato em segui-la; mas Nathan interpelou-o.

- Acho que já fizeste o suficiente. – Murmurou friamente, sem o fitar.

- Tu-

- Eu encarrego-me de a levar para casa. Ela é minha responsabilidade. – Refutou de imediato, interrompendo-o propositadamente.

- Desde quando? – Gritou-lhe irritado. – Passas o tempo todo a destratá-la e a evitá-la como se tivesse alguma doença contagiosa, não-

- Isso não é da tua conta. – Interpelou-o, mirando-o em tom de desafio. – A forma como a trato ou não, não te diz respeito. De qualquer forma é a mim que ela quer, certo?

Blake e Claire arregalaram os olhos surpresas com o discurso de Nathan. A pretensão era absolutamente normal, no entanto, o discurso era no mínimo estranho vindo dele. Algo lhes dizia que debaixo daquela ponte que separava o génio e Louise muita água ainda iria correr.

- Um dia irás perceber que a perdeste. – Protestou Zac irritado, espetando-lhe um dedo no peito.

Nathan riu baixinho. Não cria que isso acontecesse tão cedo, jamais… porém, tinha consciência que estaria a brincar com o fogo. Jamais a perderia para ti. Pensou em meio há dúvida que acabara de crescer dentro de si.

- Quando será isso? – Perguntou no mesmo tom pretensioso e arrogante de antes.

- Quando eu a conquistar.

- Prometo que te deixo tentar. – Respondeu somente com um sorriso enviusado, virando-se para abandonar o local.

Zac protestou incansavelmente nas suas costas enquanto se afastava; mas era-lhe indiferente. Ele não era o tipo de pessoa que normalmente merecia a sua atenção. O aviso que lhe deixara, não lhe fazia cócegas, não se sentia minimamente ameaçado por ele e para lhe mostrar que não se importava, iria deixá-lo tentar conquistar Louise. De uma forma ou de outra, iria mostrar-lhe que com menos esforço e dedicação Louise iria correr sempre para os seus braços. Por instantes, ele próprio achou ridícula aquela sua prepotência. Chegou mesmo a acreditar que depositava demasiada confiança nos sentimentos da rapariga por si; mas era uma escolha sua como outra qualquer. Com algumas passadas largas, aproximou-se dela e parou-a, agarrando-a por um braço. Louise mirou-o circunspecta, virando-lhe o rosto depois. Ter-se-ia igualmente apartado dele, não tivesse ele feito questão de a fazer permanecer ali.

- Ainda sei o caminho de casa. O que é que queres? – Perguntou indiferente, num tom ríspido. – Não tens de ir trabalhar?

- Não coloco em causa o facto de saberes as coordenadas que te levam a onde estou. – Respondeu serenamente, com um ar empertigado e impertinente. Louise olhou-o inexpressiva, sentindo um baque momentâneo no peito. O que é que estás a dizer? Perguntava-se confusa. – Mas a essa velocidade tão cedo não chegas lá. Eu levo-te.

A forma sucinta como ele falava deixava-a nervosa demais e a proximidade de ambos causara nela uma espécie de tremedeira que quase a fez cair. Nathan aproximou-se mais um pouco, fazendo-a questionar as suas intenções por instantes e sem aviso prévio segurou-a no colo. Ajeitou-a com cuidado, sentindo os braços dela instintivamente pendurarem-se no seu pescoço para não cair e seguiu a pé ao encontro da moradia. Aventurar-se a pé naquelas circunstâncias podia ser considerado no mínimo loucura, afinal a moradia ainda ficava distante daquele lugar; mas não lhe restavam alternativas.

- Não precisavas incomodar-te. – Disse-lhe, caminhavam já há mais de quinze minutos.

Nathan suspirou. Não precisava, era um facto inegável. Mas sentia-se torturado só em pensar que era Zac quem lhe prestaria assistência. Mesmo não sendo um rival de peso, Zac era a pessoa que provavelmente passaria mais tempo com ela. Se a mãe soubesse que não fizera nada para a ajudar… não queria imaginar. Provavelmente iria ouvi-la acusá-lo de irresponsável ou algo pior durante uma infinidade de tempo. Uma parte de si acusava-o de qualquer coisa naquele momento; mas não quis debruçar-se demasiado sobre o assunto. Admitir que se sentia um pouco ameaço pela proximidade de Zac e Louise era demasiado para si.

Quando voltou à realidade, após uma breve fracção de segundos de cogitações incertas, sentiu que Louise atentamente focava o seu rosto como se fosse a mais bela das obras de arte alguma vez criada. Passou a ponta dos dedos levemente pelo seu rosto, parando no canto dos lábios dele. E pela primeira vez Nathan sentiu que estava realmente metido em sarilhos. E dos grandes.

- Que estás a fazer? – Murmurou.

- Estás magoado. – Disse baixinho, recolhendo a mão logo de seguida. – Não te esqueças de colocar gelo quando chegarmos.

Nathan tentou um sorriso; mas a dor que até ali não sentira deu de si e com um esgar de dor concordou com um aceno.

- Mas não posso demorar, tenho de voltar ao bar.

Louise remeteu-se ao silêncio. Ouvi-lo concordar consigo sem ter que implorar era novidade e sentia que se estendesse o diálogo estragaria o que conseguira construir naqueles breves minutos de intimidade. Abraçou-o pelo pescoço e encostou o rosto no peito dele, deixando-o carrega-la mais um pouco. Mais adiante, ainda nem tinham feito metade do caminho, os amigos passaram por eles no carro. Buzinaram e pararam um pouco mais adiante.

- Vanderbilt. – Disse Blake, saindo do veículo ao seu encontro. – Deixa-te de palermices e entra no carro. A casa fica longe.

- Não é preciso. – Disse, sob a forma de protesto.

- Nathan! – Exclamou Louise baixinho, fazendo-o olhá-la com alguma precaução. – Ela tem razão. O caminho é demasiado longo para seguires comigo ao colo.

- Estás a duvidar de que de facto o consiga fazer? – Perguntou.

Louise engoliu em seco. Não duvidada disso; mas não compreendia de todo porque é que o faria se ela não representava nada para si.

- Não. Mas como pensas trabalhar depois de uma caminhada destas comigo ao colo? – Disse prontamente.

Fora o melhor que conseguira arranjar. Desconhecia desculpa melhor para o convencer a entrar no carro sem ter que se aborrecer até à exaustão. Nathan mastigou em seco por instantes e com um sopro pouco ou nada convencido concordou.

 

Eu sei que tenho demorado mais tempo que o normal para publicar; mas também levo actualmente mais tempo do que inicialmente pretendia a terminar os capítulos. Também não gosto de apressar o processo, pode correr mal. Não gosto de escrever e depois ler e não gostar e ter de recorrer ao delete e voltar ao inicio. Ideias não faltam, dificil tem sido é passá-las para o papel. Bom, espero que gostem.

publicado por a.nee às 17:31
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3 comentários:
De • Smartie a 29 de Junho de 2015 às 23:25
A Louise é uma tola apaixonada e o Nathan é tão arrogante que se torna hilariante xD
A ver vamos o que vai acontecer a estes dois nos próximos capítulos, estou curiosa! :D
Beijinhos*


De sacha hart a 2 de Julho de 2015 às 19:54
Awww, que este capitulo foi qualquer coisa de muito interessante!
Gostei de ver este lado do Nathan que se revela vez mais. Ele está um pouco pretensioso em relação à Louise, a ver se isso não o prejudica... Achei hilariante todo o confronto com Zac.
Quero tanto ler mais!
Beijinhos


De ztiluak a 23 de Julho de 2015 às 19:37
Gostei tanto de ver que ele se preocupa e mostra mais um bocadinho :) e a cena do Zac teve piada apesar de me deixar com pena dele. Ninguém merece gostar de alguém que gosta de outra pessoa :/


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The Only Exception


Nathan Vanderbilt tinha uma vida normal - até ao dia em que conheceu o seu pior pesadelo: Louise McKenzie. Sério, frio, calculista, prepotente e irrepreensivelmente inteligente e popular no colégio; enquanto Louise não passa de uma rapariga normal com notas medíocres; sonhadora, sensível, intensa e verdadeira espera reunir as condições necessárias para se aproximar do coração enregelado do filho mais velho dos Vanderbilt a quem nunca nenhuma namorada se lhe conheceu. Numa luta interior constante, Nathan irá perceber que não tem como fugir á realidade, à novidade e aquilo que sente pela filha do melhor amigo do pai.

SOBRE A HISTÓRIA.


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Ana. 29 anos. Licenciada em Engenharia Informática. Seguros. Música. Ler. Escrever. 30 Seconds To Mars. Aaron Yan. Muse. Linkin Park. Green Day. Three Days Grace. Snow Patrol. Kings Of Leon. Paramore. Game Of Thrones. Switched At Birth. Suits. Once Upon a Time. Teen Wolf. Heart Of Dixie. Covert Affairs. Arrow. The Flash. Bones. Hawaii Five-O. Nashville. The Fosters. KDrama.


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